Agência estatal de notícias norte-coreana exalta ditador em textos "metafóricos"
A Agência Central de Notícias Coreanas (KCNA, sigla em inglês) entrou em um ritmo “frenético” após a morte do ditador Kim Jong-Il, de acordocom o Desde segunda-feira (19), quando a morte do ditador foi anunciada e a imprensa internacional mostrou a reação da população norte-coreana, de luto e dor, a produção de notícias do veículo estatal aumentou.
Atualizado em 22/12/2011 às 13:12, por
Redação Portal IMPRENSA.
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Desde segunda-feira (19), quando a morte do ditador foi anunciada e a imprensa internacional mostrou a reação da população norte-coreana, de luto e dor, a produção de notícias do veículo estatal aumentou. Ela tem publicado artigos que exaltam a figura do ditador de forma “metafórica”, por meio de poesias e contos. A imprensa estatal ressalta, por exemplo, a simplicidade de Kim Jong-II por vestir "apenas um macacão”, que representa "uma vida dura de trabalhador e servidor de seu povo".
Outros textos mostram fenômenos da natureza no dia da morte do ditador, como em um artigo que diz que “a primavera da prosperidade do socialismo está por vir graças à devoção de Kim Jong-Il, que bloqueou os ventos uivantes da História até seus últimos momentos de vida”.
Brian Myers, professor da Universidade Dongseo na Coreia do Sul, alertou que, para os ocidentais, inclusive à imprensa, esta abordagem pode parecer “estranha”, mas “que não é particularmente útil tratar a propaganda norte-coreana simplesmente como uma piada”.
"Não há nada que seja público e não faça parte da ideologia e do sistema do Estado”, disse o professor de música da Escola de Estudos Orientais e Africanos, em Londres, Keith Howard.
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Desde segunda-feira (19), quando a morte do ditador foi anunciada e a imprensa internacional mostrou a reação da população norte-coreana, de luto e dor, a produção de notícias do veículo estatal aumentou. Ela tem publicado artigos que exaltam a figura do ditador de forma “metafórica”, por meio de poesias e contos. A imprensa estatal ressalta, por exemplo, a simplicidade de Kim Jong-II por vestir "apenas um macacão”, que representa "uma vida dura de trabalhador e servidor de seu povo".
Outros textos mostram fenômenos da natureza no dia da morte do ditador, como em um artigo que diz que “a primavera da prosperidade do socialismo está por vir graças à devoção de Kim Jong-Il, que bloqueou os ventos uivantes da História até seus últimos momentos de vida”.
Brian Myers, professor da Universidade Dongseo na Coreia do Sul, alertou que, para os ocidentais, inclusive à imprensa, esta abordagem pode parecer “estranha”, mas “que não é particularmente útil tratar a propaganda norte-coreana simplesmente como uma piada”.
"Não há nada que seja público e não faça parte da ideologia e do sistema do Estado”, disse o professor de música da Escola de Estudos Orientais e Africanos, em Londres, Keith Howard.
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