Agência de direitos animais é atacada por cobertura crítica de liberação da caça
Fundada há 14 anos e presidida pela jornalista Silvana Andrade, a Agência de Notícias de Direitos Animais (Anda) vem sendo alvo de ciberataques.
Atualizado em 04/10/2022 às 16:10, por
Redação Portal IMPRENSA.
O endereço só teria sido recuperado 24 horas após o ataque. No mesmo dia, as entidades informam que houve invasão das contas da agência no Twitter, onde todo o conteúdo foi apagado, e no Instagram. Crédito: Reprodução Anda
Esses não foram os primeiros incidentes de violência contra a agência dirigida por Silvana Andrade. Em fevereiro de 2022, o site da Anda foi invadido e ficou quatro dias fora do ar. O canal da ONG no YouTube também foi atacado naquele mês. Centenas de vídeos, com milhares de visualizações, foram apagados.
Além dos ataques virtuais, a jornalista afirma ter sido vítima de uma tentativa de emboscada em 2019, quando teve seu carro acuado por outros veículos, enquanto dirigia na Rodovia dos Bandeirantes, em São Paulo, após sair de uma palestra.
Segundo o SJSP e a Fenaj, os ataques à agência e à jornalista intensificaram-se com o início do governo Jair Bolsonaro e decorrem da cobertura crítica de temas como liberação da caça, facilitação da emissão de registro de colecionador de armas, atirador esportivo e caçador, regulamentação de áreas indígenas invadidas e liberação de agrotóxicos.
Esses não foram os primeiros incidentes de violência contra a agência dirigida por Silvana Andrade. Em fevereiro de 2022, o site da Anda foi invadido e ficou quatro dias fora do ar. O canal da ONG no YouTube também foi atacado naquele mês. Centenas de vídeos, com milhares de visualizações, foram apagados.
Além dos ataques virtuais, a jornalista afirma ter sido vítima de uma tentativa de emboscada em 2019, quando teve seu carro acuado por outros veículos, enquanto dirigia na Rodovia dos Bandeirantes, em São Paulo, após sair de uma palestra.
Segundo o SJSP e a Fenaj, os ataques à agência e à jornalista intensificaram-se com o início do governo Jair Bolsonaro e decorrem da cobertura crítica de temas como liberação da caça, facilitação da emissão de registro de colecionador de armas, atirador esportivo e caçador, regulamentação de áreas indígenas invadidas e liberação de agrotóxicos.





