Advogados recorrem sentença de extradição de Julian Assange
Advogados recorrem sentença de extradição de Julian Assange
Atualizado em 03/03/2011 às 10:03, por
Redação Portal IMPRENSA.
Os advogados de Julian Assange, fundador do site WikiLeaks, recorreram perante a Alta Corte de Londres a sentença de extradição do australiano à Suécia, onde será julgado por acusações de agressão sexual e estupro. A data máxima para envio de documentos expirava nesta quinta-feira (3/03). Os advogados cumpriram o prazo, mas ainda não há previsão de quando a documentação será analisada pela Corte.
No dia 24 de fevereiro o juiz Howard Riddle emitiu a sentença que decidia pela extradição de Assange, alegando que teria um julgamento justo na Suécia. O magistrado inglês rejeitou o argumento de que os direitos humanos do australiano estariam ameaçados se fosse processado no sistema judiciário sueco, segundo o site folhaonline.com
A equipe de defesa do australiano teme que os julgamentos na Suécia possam acarretar em outra extradição, para os EUA, onde o acusado poderia ser enviado a Guantánamo ou até mesmo ser condenado à pena de morte. No país escandinavo sessões que julgam agressões sexuais são realizadas a portas fechadas.
Pouco depois de conhecer a decisão do juiz, Assange criticou duramente o sistema de extradição europeu e disse que sempre soube que seus advogados teriam de recorrer da sentença. Ele destacou também que é preciso submeter o sistema de justiça dos países-membros da União Europeia a um rigoroso exame.
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No dia 24 de fevereiro o juiz Howard Riddle emitiu a sentença que decidia pela extradição de Assange, alegando que teria um julgamento justo na Suécia. O magistrado inglês rejeitou o argumento de que os direitos humanos do australiano estariam ameaçados se fosse processado no sistema judiciário sueco, segundo o site folhaonline.com
A equipe de defesa do australiano teme que os julgamentos na Suécia possam acarretar em outra extradição, para os EUA, onde o acusado poderia ser enviado a Guantánamo ou até mesmo ser condenado à pena de morte. No país escandinavo sessões que julgam agressões sexuais são realizadas a portas fechadas.
Pouco depois de conhecer a decisão do juiz, Assange criticou duramente o sistema de extradição europeu e disse que sempre soube que seus advogados teriam de recorrer da sentença. Ele destacou também que é preciso submeter o sistema de justiça dos países-membros da União Europeia a um rigoroso exame.
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