Advogados de Assange planejam novo apelo contra mandado de prisão sueco
Os defensores do fundador do WikiLeaks, Julian Assange, afirmaram que planejam abrir um novo recurso contra o mandado de prisão da Suécia depois da divulgação de uma correspondência entre o Ministério Público britânico e sueco.
Atualizado em 20/10/2015 às 12:10, por
Redação Portal IMPRENSA.
WikiLeaks, , afirmam que planejam abrir um novo recurso contra o mandado de prisão da Suécia depois da divulgação de uma correspondência entre o Ministério Público britânico e sueco.
Crédito:Wikimedia commons Jornalista apelará contra mandado de prisão após divulgação de documentos
De acordo com o Guardian , a equipe jurídica do jornalista australiano diz que os documentos, obtidos pelo jornal italiano L'Espresso , revelam que a promotoria do país estava "mais interessada em ganhar o caso [contra ele] do que encontrar a verdade", após a prisão de Assange em 2010.
A Suécia pede a extradição do ativista pelas acusações de estupro e agressão contra duas mulheres, que teriam ocorrido em agosto do mesmo ano, em Estocolmo. Ele buscou asilo na embaixada do Equador em Londres em junho de 2012, após perder o recurso.
O jornalista também teme que seja extraditado aos Estados Unidos pela publicação de documentos confidenciais do governo por meio do WikiLeaks. No início deste mês, a polícia britânica deixou de fazer vigilância constante na embaixada. A medida, entretanto, não exclui a intenção de detê-lo caso deixe o local.
Crédito:Wikimedia commons Jornalista apelará contra mandado de prisão após divulgação de documentos
De acordo com o Guardian , a equipe jurídica do jornalista australiano diz que os documentos, obtidos pelo jornal italiano L'Espresso , revelam que a promotoria do país estava "mais interessada em ganhar o caso [contra ele] do que encontrar a verdade", após a prisão de Assange em 2010.
A Suécia pede a extradição do ativista pelas acusações de estupro e agressão contra duas mulheres, que teriam ocorrido em agosto do mesmo ano, em Estocolmo. Ele buscou asilo na embaixada do Equador em Londres em junho de 2012, após perder o recurso.
O jornalista também teme que seja extraditado aos Estados Unidos pela publicação de documentos confidenciais do governo por meio do WikiLeaks. No início deste mês, a polícia britânica deixou de fazer vigilância constante na embaixada. A medida, entretanto, não exclui a intenção de detê-lo caso deixe o local.





