Advogado processa Apple por ter ficado viciado em pornografia; navegador é o culpado
O advogado Chris Sevier (36) processou a Apple nos Estados Unidos, pois, segundo ele, os programas da multinacional não bloqueiam o acesso aconteúdos pornográficos na internet.
Atualizado em 16/07/2013 às 12:07, por
Redação Portal IMPRENSA.
processou a Apple nos Estados Unidos, pois alega que os programas da multinacional não bloqueiam o acesso a conteúdos pornográficos na internet. Na ação, o autor pede que todos os produtos vendidos pela empresa venham de fábrica com um filtro impedindo a entrada em sites que contenham material adulto, sendo necessária uma senha para visualizar essas páginas.
De acordo com o Conjur, ao explicar as causas do processo, Sevier disse que ficou viciado em pornografia após entrar por engano no site Fuckbook, de conteúdo erótico. Na página, ele afirmou que encontrou imagens que “apelaram para suas sensibilidades biológicas como um macho” e que o levaram “a um vício não desejado com consequências adversas”. Conforme o autor da ação, ele tentou entrar no Facebook, porém digitou errado o endereço.
Sevier diz ainda que o vício interferiu em seu casamento, causando o rompimento do matrimônio, e que não sabia mais diferenciar pornografia na internet de sexo de verdade por causa do conteúdo que acessou a partir do navegador Safari da Apple, que não lhe deu nenhum aviso sobre os perigos do material adulto.
"O reclamante ficou totalmente fora de sintonia em sua relação amorosa com sua esposa, (...) começou a desejar garotas mais jovens e bonitas (como as) dos vídeos, em vez de sua esposa, que não tem mais 21 anos", diz a ação.
No processo, Sevier afirmou que se a Apple tivesse avisado sobre os danos que a pornografia pode causar na sua qualidade de vida, teria sido muito melhor e os prejuízos teriam sido evitados. Para ele, a instalação dos filtros ainda ajuda a indústria pornô a faturar mais, pois deixaria de existir o livre fluxo desse tipo de conteúdo na internet.
De acordo com o Conjur, ao explicar as causas do processo, Sevier disse que ficou viciado em pornografia após entrar por engano no site Fuckbook, de conteúdo erótico. Na página, ele afirmou que encontrou imagens que “apelaram para suas sensibilidades biológicas como um macho” e que o levaram “a um vício não desejado com consequências adversas”. Conforme o autor da ação, ele tentou entrar no Facebook, porém digitou errado o endereço.
Sevier diz ainda que o vício interferiu em seu casamento, causando o rompimento do matrimônio, e que não sabia mais diferenciar pornografia na internet de sexo de verdade por causa do conteúdo que acessou a partir do navegador Safari da Apple, que não lhe deu nenhum aviso sobre os perigos do material adulto.
"O reclamante ficou totalmente fora de sintonia em sua relação amorosa com sua esposa, (...) começou a desejar garotas mais jovens e bonitas (como as) dos vídeos, em vez de sua esposa, que não tem mais 21 anos", diz a ação.
No processo, Sevier afirmou que se a Apple tivesse avisado sobre os danos que a pornografia pode causar na sua qualidade de vida, teria sido muito melhor e os prejuízos teriam sido evitados. Para ele, a instalação dos filtros ainda ajuda a indústria pornô a faturar mais, pois deixaria de existir o livre fluxo desse tipo de conteúdo na internet.





