Advogado acredita que Assange deixará embaixada do Equador até o fim do ano
O ex-juiz da Audiência Nacional espanhola Baltasar Garzón, um dos advogados do jornalista e fundador do WikiLeaks, Julian Assange, afirmou n
Atualizado em 31/03/2016 às 09:03, por
Redação Portal IMPRENSA.
O ex-juiz da Audiência Nacional espanhola Baltasar Garzón, um dos advogados do jornalista e fundador do WikiLeaks, , afirmou na última quarta-feira (30/3) que acredita que o australiano poderá deixar a embaixada do Equador em Londres até o fim do ano.
Crédito:Reprodução Assange pode deixar embaixada até o fim do ano
Segundo a AFP, Garzón anunciou a informação após ser consultado sobre o efeito do posicionamento da Organização das Nações Unidas (ONU), que qualificou como "arbitrária" a prisão contra Assange.
"Defendemos e obtivemos uma resolução favorável do grupo de trabalho de detenções arbitrárias, que neste momento Grã-Bretanha e Suécia se negam a implementar. Acreditamos que estão violentando o direito de asilo", disse.
O jornalista australiano se recusa a voltar à Suécia por medo de ser extraditado para os Estados Unidos, onde poderia enfrentar um julgamento militar por divulgar milhares de documentos secretos no WikiLeaks, em 2010.
Crédito:Reprodução Assange pode deixar embaixada até o fim do ano
Segundo a AFP, Garzón anunciou a informação após ser consultado sobre o efeito do posicionamento da Organização das Nações Unidas (ONU), que qualificou como "arbitrária" a prisão contra Assange.
"Defendemos e obtivemos uma resolução favorável do grupo de trabalho de detenções arbitrárias, que neste momento Grã-Bretanha e Suécia se negam a implementar. Acreditamos que estão violentando o direito de asilo", disse.
O jornalista australiano se recusa a voltar à Suécia por medo de ser extraditado para os Estados Unidos, onde poderia enfrentar um julgamento militar por divulgar milhares de documentos secretos no WikiLeaks, em 2010.





