Adalberto Piotto, da Jovem Pan, revela "frio na barriga" no retorno ao rádio
Quando Adalberto Piotto entrou ao vivo pela primeira vez no rádio, a sensação era de ansiedade e um baita frio na barriga. À época, mal poderia imaginar que experimentaria sensação semelhante 20 anos depois, mesmo após os quase dez anos à frente do “CBN Total”, programa vespertino da CBN.
Atualizado em 15/07/2014 às 16:07, por
Danubia Paraizo.
Mas foi exatamente isso que aconteceu quando nesta segunda-feira (14/7) o âncora fez sua reestreia no veículo, só que desta vez na Jovem Pan.
“Claro que eu me revi ali com aquela adrenalina toda de estar ao vivo. Fazia tempo que não sentia isso. Me revi com uma sensação de frio na barriga, de ansiedade de uma reestreia”. Ao lado de Joseval Peixoto, no “Jornal da Manhã”, Piotto passa a apresentar o noticiário matutino de segunda-feira a sábado, das 7h às 9h30.
Crédito:Divulgação Piotto teve restreia no rádio nesta segunda(14/7) ao lado de Joseval Peixoto Afastado do jornalismo desde o começo de 2011, quando resolveu se dedicar integralmente à produção do documentário “Orgulho de ser brasileiro”, o âncora conta que não tinha prazo para voltar, mas, depois do lançamento do filme em 2013, percebeu que não seria conflitante atuar novamente com o jornalismo.
O filme traz depoimentos de brasileiros célebres, como Fernando Henrique Cardoso, Carlos Alberto Parreira, Romero Brito, entre outros, discutindo sobre sua identidade nacional. O projeto independente já foi exibido em cinco países e em setembro, terá exibição especial em Oslo, na Noruega. Também já está disponível em serviços on demand e na TV a cabo. “O filme é o que é porque sou jornalista. E hoje posso dizer que sou um jornalista melhor porque fiz esse documentário”.
Em entrevista à IMPRENSA, o jornalista fala sobre seu retorno ao rádio e expectativas para a apresentação do “Jornal da Manhã”.
IMPRENSA - Você trabalhou 13 anos na CBN, nove à frente do “CBN Total”. O que muda com sua estreia no “Jornal da Manhã”? Adalberto Piotto - É uma oportunidade, um privilégio único poder trabalhar no horário nobre no principal jornal de uma emissora com a credibilidade da Jovem Pan. Isso me dá o dever de buscar ainda mais inovação, colocar meus talentos e ideias a serviço da rádio. É um desafio, principalmente porque é um produto que já existe, mas está aberto a inovações. É desafiador esse convite, mas ao mesmo tempo muito estimulante.
Como foi essa reestreia no rádio após quase três anos envolvido com outro projeto? Foi uma restreia mesmo. Foram dois anos e oito meses fora do rádio. Claro que eu me revi ali com aquela adrenalina toda de estar ao vivo. Fazia tempo que não sentia isso. Rádio ao vivo é adrenalina pura, desde o preparo, porque o tempo de decisão é pequeno e a necessidade de improvisar é imensa. Me revi com uma sensação de frio na barriga, de ansiedade de uma restreia.
Como surgiu o convite da Jovem Pan? Curiosamente, veio em uma semana que eu estava em Londres fazendo uma exibição do “Orgulho de Ser Brasileiro” no King’s College. Isso tem três semanas. O José Pereira, diretor de jornalismo da rádio, não conseguiu falar comigo porque eu estava sem telefone. Então, me escreveu no domingo dizendo que queria bater um papo o quanto antes. Liguei para ele no dia seguinte. Na outra semana batemos o martelo e comecei já na segunda-feira (14/7).
Como foi a experiência como diretor de cinema? Foi maravilhosa. Eu queria discutir o país e a sociedade brasileira de um jeito diferente e tinha que ser para valer. E usei toda a minha experiência no jornalismo para fazer esse documentário. O filme é o que é porque sou jornalista. E hoje posso dizer que sou um jornalista melhor porque fiz esse documentário. Trocaria qualquer mestrado em comunicação pelo filme. Essa experiência me rendeu mais. A forma de questionar, a forma de lidar com o entrevistado, para tudo isso usei a experiência que eu já tinha no jornalismo. O cinema é uma ferramenta maravilhosa para discutir as coisas, esse formato documental mais ainda porque tem uma proposta muito parecida com o jornalismo.
“Claro que eu me revi ali com aquela adrenalina toda de estar ao vivo. Fazia tempo que não sentia isso. Me revi com uma sensação de frio na barriga, de ansiedade de uma reestreia”. Ao lado de Joseval Peixoto, no “Jornal da Manhã”, Piotto passa a apresentar o noticiário matutino de segunda-feira a sábado, das 7h às 9h30.
Crédito:Divulgação Piotto teve restreia no rádio nesta segunda(14/7) ao lado de Joseval Peixoto Afastado do jornalismo desde o começo de 2011, quando resolveu se dedicar integralmente à produção do documentário “Orgulho de ser brasileiro”, o âncora conta que não tinha prazo para voltar, mas, depois do lançamento do filme em 2013, percebeu que não seria conflitante atuar novamente com o jornalismo.
O filme traz depoimentos de brasileiros célebres, como Fernando Henrique Cardoso, Carlos Alberto Parreira, Romero Brito, entre outros, discutindo sobre sua identidade nacional. O projeto independente já foi exibido em cinco países e em setembro, terá exibição especial em Oslo, na Noruega. Também já está disponível em serviços on demand e na TV a cabo. “O filme é o que é porque sou jornalista. E hoje posso dizer que sou um jornalista melhor porque fiz esse documentário”.
Em entrevista à IMPRENSA, o jornalista fala sobre seu retorno ao rádio e expectativas para a apresentação do “Jornal da Manhã”.
IMPRENSA - Você trabalhou 13 anos na CBN, nove à frente do “CBN Total”. O que muda com sua estreia no “Jornal da Manhã”? Adalberto Piotto - É uma oportunidade, um privilégio único poder trabalhar no horário nobre no principal jornal de uma emissora com a credibilidade da Jovem Pan. Isso me dá o dever de buscar ainda mais inovação, colocar meus talentos e ideias a serviço da rádio. É um desafio, principalmente porque é um produto que já existe, mas está aberto a inovações. É desafiador esse convite, mas ao mesmo tempo muito estimulante.
Como foi essa reestreia no rádio após quase três anos envolvido com outro projeto? Foi uma restreia mesmo. Foram dois anos e oito meses fora do rádio. Claro que eu me revi ali com aquela adrenalina toda de estar ao vivo. Fazia tempo que não sentia isso. Rádio ao vivo é adrenalina pura, desde o preparo, porque o tempo de decisão é pequeno e a necessidade de improvisar é imensa. Me revi com uma sensação de frio na barriga, de ansiedade de uma restreia.
Como surgiu o convite da Jovem Pan? Curiosamente, veio em uma semana que eu estava em Londres fazendo uma exibição do “Orgulho de Ser Brasileiro” no King’s College. Isso tem três semanas. O José Pereira, diretor de jornalismo da rádio, não conseguiu falar comigo porque eu estava sem telefone. Então, me escreveu no domingo dizendo que queria bater um papo o quanto antes. Liguei para ele no dia seguinte. Na outra semana batemos o martelo e comecei já na segunda-feira (14/7).
Como foi a experiência como diretor de cinema? Foi maravilhosa. Eu queria discutir o país e a sociedade brasileira de um jeito diferente e tinha que ser para valer. E usei toda a minha experiência no jornalismo para fazer esse documentário. O filme é o que é porque sou jornalista. E hoje posso dizer que sou um jornalista melhor porque fiz esse documentário. Trocaria qualquer mestrado em comunicação pelo filme. Essa experiência me rendeu mais. A forma de questionar, a forma de lidar com o entrevistado, para tudo isso usei a experiência que eu já tinha no jornalismo. O cinema é uma ferramenta maravilhosa para discutir as coisas, esse formato documental mais ainda porque tem uma proposta muito parecida com o jornalismo.





