Acusados pela morte de Décio Sá começam a ser interrogados pela Justiça

A partir desta segunda-feira (3/5), serão ouvidos pela Justiça os acusados pelo homicídio de Décio Sá, jornalista de O Estado do Maranh

Atualizado em 03/06/2013 às 09:06, por Redação Portal IMPRENSA.

A partir desta segunda-feira (3/6), serão ouvidos pela Justiça os acusados pelo homicídio de Décio Sá, jornalista de O Estado do Maranhão, morto em abril de 2012. O início da primeira audiência desta fase foi programado para às 8h, no Fórum Desembargador Sarney Costa (Calhau), e a previsão é de que os interrogatórios terminem na sexta-feira (7/5).

De acordo com o G1, ao todo, 11 acusados serão interrogados: Jhonatan de Sousa Silva; Marcos Bruno Silva de Oliveira; José Raimundo Sales Chaves Júnior, o Júnior Bolinha; os policiais Alcides Nunes da Silva e Joel Durans Medeiros; Elker Farias Veloso; o ex subcomandante do Batalhão de Choque da Polícia Militar, Fábio Aurélio Saraiva Silva, o Fábio Capita; Fábio Aurélio do Lago e Silva, o Bochecha; os agiotas Gláucio Alencar Pontes Carvalho e José de Alencar Miranda Carvalho, e o advogado Ronaldo Henrique Santos Ribeiro. O 12º acusado, Shirliano Graciano de Oliveira, ainda está foragido.
Os depoimentos das testemunhas de acusação e defesa do caso ocorreram entre os dias 6 e 17 de maio, já os interrogatórios dos acusados, previstos para começar no dia 18 de maio, foram adiados porque, segundo o juiz Márcio Brandão, novos documentos, apreendidos em agosto de 2012 no escritório de Ronaldo Ribeiro, foram reunidos ao processo, levando os advogados dos réus a pedir mais tempo para analisá-los.

“Apesar de o réu Ronaldo Ribeiro já estar em outro processo, desmembrado dos demais acusados, acatamos ao pedido unânime dos advogados para que estes analisem esse vasto material que agora se agrega aos autos. É a forma que encontramos para garantir a legitimidade da defesa, uma vez que seus respectivos defensores alegaram necessidade de analisar esses novos documentos para preparar melhor suas teses”, disse Brandão no dia 17 de maio, quando determinou a suspensão temporária dos depoimentos.