Acusados de terrorismo, jornalistas da Al-Jazeera permanecem presos no Egito

Três jornalistas do canal Al-Jazeera foram presos na última terça-feira (31/12) acusados de pertencer à Irmandade Muçulmana, grupo declaradorecentemente como "organização terrorista" pelas autoridades egípcias.

Atualizado em 02/01/2014 às 12:01, por Redação Portal IMPRENSA.


Crédito:Divulgação Emissora exige a libertação imediata de seus profissionais
De acordo com a AFP, a promotoria indicou ter ordenado sua detenção provisória por duas semanas, para que possam ser interrogados. Depois da investigação, o Ministério Público decidirá se liberta os jornalistas ou se apresentará acusações formais para que sejam julgados.
Foram detidos o chefe do escritório da Al-Jazeera em inglês no Cairo, o egípcio-canadense Mohamed Adel Fahmy, o produtor egípcio Baher Mohamed e o australiano Peter Greste, que antes trabalhava para a britânica BBC.
Al-Jazeera exigiu a libertação imediata dos profissionais. "É um escândalo que jornalistas sérios sejam tratados dessa maneira", declarou o diretor-geral da emissora em inglês, Al Anstey.