Acusados de matar o cinegrafista Santiago Andrade ganham liberdade por habeas corpus
Caio de Souza e Fábio Raposo não responderão mais por homicídio doloso. Ministério Público terá de apresentar nova denúncia.
Atualizado em 18/03/2015 às 17:03, por
Redação Portal IMPRENSA.
Caio de Souza e Fábio Raposo, jovens de 23 anos acusados de matar o cinegrafista Santiago Andrade durante uma manifestação no Rio de Janeiro (RJ), em 2014, foram libertados pela Justiça. Os dois não responderão mais pelo crime de homicídio doloso e o processo será devolvido a uma das varas criminais comuns da capital fluminense.
Crédito:Reprodução Ministério Público terá de oferecer nova denúncia contra acusados de matar o cinegrafista
Segundo o G1, o processo foi desclassificado pela 8ª Câmara Criminal do Rio, por dois votos a um a favor do habeas corpus da dupla, segundo defesa apresentada em recurso. Isso significa que os desembargadores não classificam o crime como homicídio doloso e, por isso, os jovens não poderão ser julgados pelo Tribunal do Júri. Desse modo, o Ministério Público terá de oferecer uma nova denúncia, que não seja de homicídio doloso, para que os dois voltem à prisão.
Santiago Andrade morreu após ter sido atingido por um rojão, enquanto acompanhava os protestos contra a Copa do Mundo na capital fluminense, em 6 de fevereiro de 2014. Caio e Fábio, apontados como responsáveis pelo acionamento do artefato, respondiam por homicídio triplamente qualificado: motivo torpe, com uso de explosivo e mediante recurso que tornou impossível a defesa da vítima. Os dois estavam presos desde fevereiro do ano passado.
Crédito:Reprodução Ministério Público terá de oferecer nova denúncia contra acusados de matar o cinegrafista
Segundo o G1, o processo foi desclassificado pela 8ª Câmara Criminal do Rio, por dois votos a um a favor do habeas corpus da dupla, segundo defesa apresentada em recurso. Isso significa que os desembargadores não classificam o crime como homicídio doloso e, por isso, os jovens não poderão ser julgados pelo Tribunal do Júri. Desse modo, o Ministério Público terá de oferecer uma nova denúncia, que não seja de homicídio doloso, para que os dois voltem à prisão.
Santiago Andrade morreu após ter sido atingido por um rojão, enquanto acompanhava os protestos contra a Copa do Mundo na capital fluminense, em 6 de fevereiro de 2014. Caio e Fábio, apontados como responsáveis pelo acionamento do artefato, respondiam por homicídio triplamente qualificado: motivo torpe, com uso de explosivo e mediante recurso que tornou impossível a defesa da vítima. Os dois estavam presos desde fevereiro do ano passado.





