Acusados da morte do jornalista Luiz Carlos Barbon prestam depoimento
Acusados da morte do jornalista Luiz Carlos Barbon prestam depoimento
O primeiro depoimento dos cinco acusados da morte do jornalista Luiz Carlos Barbon Filho, na última quinta-feira (10), durou quase quatro horas. Todos os suspeitos do crime - quatro policiais militares e um comerciante - ocorrido em Porto Ferreira, a 228 km de São Paulo, estão presos preventivamente a pedido do Ministério Público e chegaram ao fórum algemados.
A PM montou um forte esquema de segurança e as ruas ao redor do fórum foram interditadas por volta das 12h. Meia hora depois, chegaram as quatro viaturas trazendo os quatro policiais, vindos do presídio Romão Gomes, na capital paulista. O comerciante, preso na penitenciária de Itirapina, chegou quase uma hora depois do horário previsto para o interrogatório.
Os questionamentos foram feitos pela juíza Milena de Barros, da 1ª Vara Criminal. Foi ela quem determinou a prisão temporária dos suspeitos a pedido do Ministério Público. A estratégia da defesa é desqualificar uma das principais testemunhas do caso, um rapaz que estava na praça em frente ao bar onde o jornalista foi morto.
"Ele está sendo acusado de formação de quadrilha, tem mais de vinte inquéritos policiais e agora vem acusar a polícia de uma maneira falsa", disse o advogado de defesa, Marcos Ribeiro de Freitas.
Os quatro policiais e o comerciante estão presos desde o dia 4 de março, acusados do assassinato de Barbon, ocorrido no dia 5 de maio de 2007. O jornalista foi morto com dois tiros quando estava na mesa de um bar no centro de Porto Ferreira.
De acordo com as investigações do Ministério Público, a motivação para o crime seriam denúncias que o jornalista vinha fazendo sobre negligência dos policiais na fiscalização do comércio clandestino de cigarros contrabandeados.
Com informações do site G1
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