Acusado de participar da morte de cronista esportivo se entrega à polícia de Portugal
Açougueiro estava foragido desde março e era procurado pela Interpol
Atualizado em 08/08/2014 às 11:08, por
Redação Portal IMPRENSA.
Na última quinta-feira (7/8), o açougueiro Marcus Vinicius Pereira Xavier, acusado de participação no assassinato do radialista e cronista esportivo Valério Luiz em 2012, se rendeu à polícia de Portugal.
Crédito:Reprodução Suspeito estava na Europa após fugir do Brasil
De acordo com o Jornal Opção , o acusado estava foragido desde março. Imagens publicadas na página pessoal de sua esposa no Facebook apontaram que ele estava com a família na Europa. O perfil foi excluído depois da divulgação das fotos.
No dia 24 de março de 2012, o juiz Lourival Machado da Costa decretou a detenção do açougueiro e a Justiça encaminhou o mandado à Interpol, uma vez que o acusado descumpriu condições do habeas corpus, recebido em junho do ano seguinte.
Após ter sua prisão revogada no dia 29 de junho de 2013, Marcus Vinicius deveria comparecer em juízo todo o mês e estava proibido de sair de Goiânia (GO) sem aviso prévio. Porém, a última vez que apareceu foi em setembro de 2013.
O advogado e filho do cronista, Valério Luiz Filho, disse que descobriu a inclusão do acusado no site da Interpol e, desde então, passou a vasculhar as movimentações do açougueiro. Para ele, Marcus Vinicius apenas se entregou porque estava sendo procurado.
Agora, a Justiça goiana deve solicitar ao Ministério da Justiça sua extradição. O pedido deve chegar ao país em até 60 dias.
O caso
Valério Luiz foi morto no dia 5 de julho de 2012 ao sair da Rádio Jornal 820, onde trabalhava. O motivo do crime teria sido as críticas e as denúncias que o radialista fazia à direção do clube Atlético Goianiense. Cinco pessoas foram indiciadas.
Depois de oito meses de investigações, o empresário e ex-vice-presidente do Atlético, Maurício Sampaio, foi indicado como mandante do crime. Segundo o inquérito, a partir do apoio do açougueiro Marcus Vinícius, Urbano de Carvalho Malta e o policial militar Djalma da Silva organizaram o assassinato, enquanto o PM Ademá Figueiredo seria o executor do radialista.
Crédito:Reprodução Suspeito estava na Europa após fugir do Brasil
De acordo com o Jornal Opção , o acusado estava foragido desde março. Imagens publicadas na página pessoal de sua esposa no Facebook apontaram que ele estava com a família na Europa. O perfil foi excluído depois da divulgação das fotos.
No dia 24 de março de 2012, o juiz Lourival Machado da Costa decretou a detenção do açougueiro e a Justiça encaminhou o mandado à Interpol, uma vez que o acusado descumpriu condições do habeas corpus, recebido em junho do ano seguinte.
Após ter sua prisão revogada no dia 29 de junho de 2013, Marcus Vinicius deveria comparecer em juízo todo o mês e estava proibido de sair de Goiânia (GO) sem aviso prévio. Porém, a última vez que apareceu foi em setembro de 2013.
O advogado e filho do cronista, Valério Luiz Filho, disse que descobriu a inclusão do acusado no site da Interpol e, desde então, passou a vasculhar as movimentações do açougueiro. Para ele, Marcus Vinicius apenas se entregou porque estava sendo procurado.
Agora, a Justiça goiana deve solicitar ao Ministério da Justiça sua extradição. O pedido deve chegar ao país em até 60 dias.
O caso
Valério Luiz foi morto no dia 5 de julho de 2012 ao sair da Rádio Jornal 820, onde trabalhava. O motivo do crime teria sido as críticas e as denúncias que o radialista fazia à direção do clube Atlético Goianiense. Cinco pessoas foram indiciadas.
Depois de oito meses de investigações, o empresário e ex-vice-presidente do Atlético, Maurício Sampaio, foi indicado como mandante do crime. Segundo o inquérito, a partir do apoio do açougueiro Marcus Vinícius, Urbano de Carvalho Malta e o policial militar Djalma da Silva organizaram o assassinato, enquanto o PM Ademá Figueiredo seria o executor do radialista.





