Acusado de matar fotógrafo no Vale do Aço é condenado a 14 anos de prisão
Na última quarta-feira (19/8), Alessandro Neves Augusto, conhecido como Pitote, foi condenado a 14 anos e três meses de prisão em regime fechado pela morte do fotógrafo Walgney Assis de Carvalho em 2013, em Ipatinga, no Vale do Aço (MG).
Atualizado em 20/08/2015 às 11:08, por
Redação Portal IMPRENSA.
Neves Augusto, conhecido como , foi condenado a 14 anos e três meses de prisão em regime fechado pela morte do fotógrafo Walgney Assis de Carvalho em 2013, em Ipatinga, no Vale do Aço (MG). Ele já pegou pena de 16 anos de detenção pelo assassinato do jornalista Rodrigo Neto.
Crédito:Reprodução Assassino do fotógrafo (foto) foi condenado a 14 anos de prisão
De acordo com o jornal Hoje em Dia , o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ-MG) determinou que Pitote não poderá recorrer em liberdade. O conselho da sentença foi formado por seis homens e uma mulher. A decisão foi tomada depois de quase 12 horas.
Apenas o delegado do caso foi ouvido. As outras testemunhas foram dispensadas. Durante o julgamento, a defesa do assassino tentou desqualificar a investigação e as provas. O conselho, entretanto, acatou as apurações.
Relembre os casos
Em março de 2013, Rodrigo Neto foi executado a tiros quando estava num bar do bairro Canaã, em Ipatinga (MG). A motivação do crime, segundo a Polícia Militar, foram denúncias contra crimes que ficaram impunes na região feitas por ele em uma emissora de rádio.
Pouco depois, em abril, Walgney também foi morto a tiros. Ele havia revelado que sabia detalhes sobre a morte do colega. Segundo as investigações, Pitote utilizou o mesmo revólver que matou Neto.
Crédito:Reprodução Assassino do fotógrafo (foto) foi condenado a 14 anos de prisão
De acordo com o jornal Hoje em Dia , o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ-MG) determinou que Pitote não poderá recorrer em liberdade. O conselho da sentença foi formado por seis homens e uma mulher. A decisão foi tomada depois de quase 12 horas.
Apenas o delegado do caso foi ouvido. As outras testemunhas foram dispensadas. Durante o julgamento, a defesa do assassino tentou desqualificar a investigação e as provas. O conselho, entretanto, acatou as apurações.
Relembre os casos
Em março de 2013, Rodrigo Neto foi executado a tiros quando estava num bar do bairro Canaã, em Ipatinga (MG). A motivação do crime, segundo a Polícia Militar, foram denúncias contra crimes que ficaram impunes na região feitas por ele em uma emissora de rádio.
Pouco depois, em abril, Walgney também foi morto a tiros. Ele havia revelado que sabia detalhes sobre a morte do colega. Segundo as investigações, Pitote utilizou o mesmo revólver que matou Neto.





