Acusado de abusar do enteado, pastor usava Facebook para promover cultos no RJ
Preso na última segunda-feira (4/7) pelo crime de pedofilia, o pastor Felipe Garcia Heiderich usava uma página no Facebook para promover seu
Atualizado em 08/07/2016 às 15:07, por
Redação Portal IMPRENSA.
Preso na última segunda-feira (4/7) pelo crime de pedofilia, o pastor Felipe Garcia Heiderich usava uma para promover seus cultos na Aliança Mundial de Evangelização e Ensino (AME), no Rio de Janeiro (RJ). Segundo O Globo , a popularidade do pastor aumentou desde a última terça-feira (5/7), quando sua mulher, a também pastora Bianca Toledo, usou sua página na para denunciá-lo. Ela o acusou de abusar de seu filho, de cinco anos. Após a repercussão do publicado pela esposa, o site de Heiderich foi retirado do ar. Crédito:Reprodução/Facebook Pastor Felipe Garcia Heiderich (foto) usava o Facebook para promover cultos
"Descobri coisas que não queria ter descoberto e, num momento de confronto, passamos por um momento muito difícil. O Felipe teve uma tentativa de suicídio quando eu não estava em casa e foi internado numa clínica psiquiátrica, por isso ele parou de fazer postagens", relatou. "O que eu descobri é muito grave. Muito grave. No dia que eu confrontei ele chegou a confirmar comigo que ele tinha um quadro de homossexualidade latente no tempo vigente do meu casamento com ele, o que me fez cancelar o casamento", acrescentou. O advogado do pastor, Leandro Meuser, comentou o caso no Facebook de Heiderich. "Venho a público informar que as acusações formuladas contra Felipe são inteiramente falsas e que a polícia saberá investigar para ao final esclarecer a verdade. Informamos ainda que não iremos em busca da mídia para promover qualquer de nossos interesses, iremos sim provar a inocência de Felipe nos autos do inquérito policial, confiando no trabalho da polícia e da Justiça", escreveu. O pastor foi encaminhado para o Complexo Penitenciário de Gericinó, onde permanece isolado numa cela. O pedido de habeas corpus foi negado pela 1ª câmara Criminal do RJ e a prisão preventiva tem prazo de 30 dias. De acordo com a delegada Cristiana Bento, a mulher de Heiderich foi até a delegacia no último dia 22 de junho, quando foi aberto um inquérito para apurar o caso. O estupro teria ocorrido na casa da família.
"Descobri coisas que não queria ter descoberto e, num momento de confronto, passamos por um momento muito difícil. O Felipe teve uma tentativa de suicídio quando eu não estava em casa e foi internado numa clínica psiquiátrica, por isso ele parou de fazer postagens", relatou. "O que eu descobri é muito grave. Muito grave. No dia que eu confrontei ele chegou a confirmar comigo que ele tinha um quadro de homossexualidade latente no tempo vigente do meu casamento com ele, o que me fez cancelar o casamento", acrescentou. O advogado do pastor, Leandro Meuser, comentou o caso no Facebook de Heiderich. "Venho a público informar que as acusações formuladas contra Felipe são inteiramente falsas e que a polícia saberá investigar para ao final esclarecer a verdade. Informamos ainda que não iremos em busca da mídia para promover qualquer de nossos interesses, iremos sim provar a inocência de Felipe nos autos do inquérito policial, confiando no trabalho da polícia e da Justiça", escreveu. O pastor foi encaminhado para o Complexo Penitenciário de Gericinó, onde permanece isolado numa cela. O pedido de habeas corpus foi negado pela 1ª câmara Criminal do RJ e a prisão preventiva tem prazo de 30 dias. De acordo com a delegada Cristiana Bento, a mulher de Heiderich foi até a delegacia no último dia 22 de junho, quando foi aberto um inquérito para apurar o caso. O estupro teria ocorrido na casa da família.





