Acordo com MPF obriga Catho a alterar vagas disponíveis com mais agilidade
Acordo com MPF obriga Catho a alterar vagas disponíveis com mais agilidade
Notícia atualizada em 07/11 às 18h46
Após ser constatado que o número de vagas anunciadas e as realmente existentes no banco de dados da agência virtual de empregos Catho Online eram divergentes, o Ministério Público Federal (MPF) em São Paulo e a empresa firmaram um acordo para tentar resolver a situação.
O objetivo do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), proposto pelo procurador da República Luiz Fernando Gaspar Costa, é fazer com que a empresa corrija a apresentação da oferta de vagas de emprego de forma mais ágil. Caso não seja cumprido, será cobrada multa diária de R$ 10 mil.
A Catho comprometeu-se a adequar todos os seus contratos vigentes ao TAC em um prazo de trinta dias. Entre as ações, a empresa pretende realizar adequações necessárias em sua página virtual e evitar que vagas associadas a mais de um perfil sejam contadas mais de uma vez, informou a Assessoria de Comunicação da Procuradoria da República do Estado de São Paulo.
Além disso, na página principal da Catho deverá constar uma mensagem informando os consumidores sobre as alterações realizadas na prestação do serviço. O material publicitário divulgado no site deve informar ainda que a "Promoção dos sete dias gratuitos" está vinculada à contratação dos serviços da empresa.
Aceito esta semana pela 15ª Vara Federal Cível de São Paulo, o Termo de Ajustamento de Conduta já está valendo. Caso a empresa não o cumpra e seja multada, o valor será destinado ao Fundo Federal de Defesa e Reparação de Interesses Difusos.
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