Acordo com a Turner impediu Edgar Diniz de deixar a direção do Esporte Interativo antes
O sócio-fundador do Esporte Interativo (EI), Edgar Diniz, revelou que vai deixar a direção do canal porque não quer trabalhar com a parte burocrática do negócio.
Atualizado em 23/05/2016 às 16:05, por
Redação Portal IMPRENSA.
do Esporte Interativo (EI), , revelou que deixará a direção do canal porque não quer trabalhar com a parte burocrática do negócio. Ele também justificou a saída dizendo que não consegue se adaptar ao ambiente de uma multinacional.
Crédito:Divulgação Executivo revela dificuldade em se adaptar ao ambiente da multinacional
Segundo a coluna de Keila Jimenez, do portal R7, Diniz não saiu antes em razão de um acordo com a Turner, empresa que comprou a emissora em junho de 2013. “Assumi um compromisso informal com o Juan Carlos (presidente da Turner na América Latina) durante a venda do Esporte Interativo: ajudaria nesse processo de distribuição do canal na TV paga, com a entrada na Net e na negociação com os clubes pelos direitos do Brasileirão”.
O executivo conta que foram três passos importantes para que ele conseguisse cumprir seu objetivo. “O primeiro foi conquistar os direitos da Liga dos Campeões da Europa. Além da proposta boa em dinheiro, tivemos de convencer a UEFA que daríamos o tratamento que a Champions merece”.
O segundo desafio foi a entrada no canal no pacote da NET. “A conquista da Champions League ajudou, foi uma forma de pressão, abriu o caminho na Net”. O terceiro desafio foi convencer os times brasileiros a quebrarem o monopólio de 20 anos como Globo no Brasileirão. “Só conseguimos convencer os clubes depois que conseguimos entrar na NET. Esse era o argumento da concorrência: "vocês vão fechar com o Esporte Interativo? Onde vai passar mesmo o jogo de vocês?". Entrando na NET, essa história acabou”.
Crédito:Divulgação Executivo revela dificuldade em se adaptar ao ambiente da multinacional
Segundo a coluna de Keila Jimenez, do portal R7, Diniz não saiu antes em razão de um acordo com a Turner, empresa que comprou a emissora em junho de 2013. “Assumi um compromisso informal com o Juan Carlos (presidente da Turner na América Latina) durante a venda do Esporte Interativo: ajudaria nesse processo de distribuição do canal na TV paga, com a entrada na Net e na negociação com os clubes pelos direitos do Brasileirão”.
O executivo conta que foram três passos importantes para que ele conseguisse cumprir seu objetivo. “O primeiro foi conquistar os direitos da Liga dos Campeões da Europa. Além da proposta boa em dinheiro, tivemos de convencer a UEFA que daríamos o tratamento que a Champions merece”.
O segundo desafio foi a entrada no canal no pacote da NET. “A conquista da Champions League ajudou, foi uma forma de pressão, abriu o caminho na Net”. O terceiro desafio foi convencer os times brasileiros a quebrarem o monopólio de 20 anos como Globo no Brasileirão. “Só conseguimos convencer os clubes depois que conseguimos entrar na NET. Esse era o argumento da concorrência: "vocês vão fechar com o Esporte Interativo? Onde vai passar mesmo o jogo de vocês?". Entrando na NET, essa história acabou”.
Apesar da saída do comando da empresa, Diniz assume o cargo de Consultor Estratégico e continuará responsável pelas negociações de direitos de transmissões esportivas. Maurício Portela e Leonardo Lenz Cesar, também fundadores do EI, passarão a ocupar as funções do ex-diretor geral.





