Acesso a notícias via Facebook cai 9 pontos percentuais entre jovens
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O uso do Facebook para acessar notícias caiu nove pontos porcentuais em relação a 2017, e 20 pontos porcentuais considerando os jovens, segundo o Instituto Reuters, centro de pesquisas sobre jornalismo dentro da Universidade de Oxford. As informações são do caderno Link, do jornal o Estado de S. Paulo.
Crédito:Pixabay
A pesquisa, feita com 74 mil pessoas em 37 diferentes mercados pelo mundo, apontou que o uso de redes sociais para consumir notícias começou a cair em vários países-chave depois de anos de crescimento contínuo. "Nós continuamos a ver um crescimento do uso de aplicativos de mensagens para notícias, conforme os consumidores procuram por espaços mais privados (e com menos confronto) para se comunicar", diz o pesquisador do Instituto Reuters, Nic Newman.
De acordo com o relatório, as redes sociais Facebook e o Twitter ainda são muito usados para descobrir notícias, mas a discussão sobre elas tem migrado para aplicativos como o WhatsApp, pois são ambientes em que as pessoas se sentem menos vulneráveis.
"Usar redes sociais é como usar uma máscara", afirmou uma das entrevistadas pelo Instituto Reuters no Reino Unido. "Quando eu estou nos grupos de mensagens com meus amigos, a máscara é retirada e sinto que posso ser eu mesma."
O WhatsApp é mais popular que o Twitter para notícias em vários países, segundo o relatório, que também mostra que alguns entrevistados postam as notícias em grupos no WhatsApp para iniciar uma discussão com grupos de amigos.
Menos da metade dos entrevistados em todo o mundo disse acreditar na atuação da imprensa a maior parte do tempo, embora nos Estados Unidos somente 34% das pessoas afirmaram que confiam nas principais notícias, quatro pontos porcentuais abaixo da pesquisa divulgada no ano passado.
Nos Estados Unidos, as emissoras de TV locais e o jornal The Wall Street Journal foram apontados como as marcas de mídia mais confiáveis, enquanto a BBC foi apontada como a mais confiável no Reino Unido.
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