Acesso à internet por meio do iPhone cresce 1.000% em seis meses, diz pesquisa

Acesso à internet por meio do iPhone cresce 1.000% em seis meses, diz pesquisa

Atualizado em 10/03/2008 às 16:03, por Redação Portal IMPRENSA.

Nos últimos seis meses, o acesso à internet por meio do iPhone cresceu mais de 1.000%. É o que informa um levantamento feito pela Predicta, consultoria especializada no gerenciamento e otimização de estratégias de marketing digital.

Segundo a pesquisa, os brasileiros estão aderindo às novas plataformas de acesso à web e o aumento no volume desses acessos via celular e PDAs passou de 79 mil, em setembro de 2007, para 212 mil, em fevereiro de 2008.

Com a comercialização oficial no Brasil prevista apenas para 2009, o iPhone, que virou objeto de cobiça em todo o mundo, já está, literalmente, "fazendo a cabeça" dos usuários.

A consultoria, que gerencia e mensura campanhas online dos principais anunciantes e portais do Brasil, detectou que o acesso via dispositivos móveis já está integrado ao dia-a-dia dos internautas no País.

A intimidade dos usuários com os dispositivos móveis acompanha a movimentação positiva do próprio mercado de telefonia celular. Estudos da Informa, empresa européia de pesquisas, indicam que hoje são cerca de 3,3 bilhões de usuários em todo o mundo. Só no Brasil, conforme a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), a base de clientes ativos atingiu a marca de 122,8 milhões de assinantes em janeiro de 2008.

Além disso, segundo o Ibope/NetRatings, 7% da base de usuários acessaram a internet por meio de celulares em 2007 - o que representa 2,8 milhões de internautas. Com a chegada do 3G, este número deve crescer consideravelmente.

Dados da consultoria ABI Research projetam que o mercado mundial de propaganda em dispositivos móveis deve saltar de US$ 1,8 bilhão em 2007 para US$ 24 bilhões em 2012.


O Brasil também avança entre os campeões em acessos via banda larga pelo celular. Segundo um levantamento da Cisco e do IDC (International Data Corporation), em dezembro de 2007, 4% dos brasileiros navegaram pela internet rápida, contra 3,4%, em junho do mesmo ano.

Com essa marca, o Brasil se aproxima de países como Argentina e Chile, com taxas maiores que 5%.

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