Acervo do fotógrafo exclusivo de Elis Regina pode virar livro
Imagens registradas pelo fotógrafo exclusivo da Elis Regina, Paulo Kawall, podem virar livro. De 1976 a 1982, quando Elis morreu, Kawall foio escolhido da cantora.
Atualizado em 13/01/2012 às 15:01, por
Redação Portal IMPRENSA.
Eu, por ser apaixonado por fotografia e ela, por gostar do meu trabalho”. As informações são do portal .
Em seu acervo, Kawall tem fotos feitas em estúdios ou shows, e a ideia é que elas virem um livro de edição única, com 50 mil exemplares, com um custo estimado de R$ 1 milhão. “O melhor ângulo dela é o lateral”, relembra o fotógrafo. Elis tinha um pouco de estrabismo, então era preciso saber o momento exato de clicar a cantora. “Talvez ela tenha me escolhido por isso. Pelo fato de eu focá-la de outras maneiras”.
Kawall conheceu Elis aos 21 anos de idade. Acabara de voltar de Manaus e na mala trazia o equipamento da Hasselblad, com o qual tinha pouca intimidade. Tinha sido contratado para um trabalho na revista “Música”. Seria a primeira edição do periódico e a pauta era sobre o lançamento disco de Elis – “Falso Brilhante”. Fotos feitas, entrosamento concluído.
Atualmente, Kawall – que antes era conhecido como Paulo Vasconcelos – faz retratos por prazer e substituiu a máquina analógica pela digital. Nunca deixou de fazer fotos mundo afora. O gosto pela imagem veio ainda quando criança. Em uma viagem com a família ao Rio Grande do Sul, ganhou da mãe uma máquina fotográfica. “Ela disse que eu seria o fotógrafo oficial. Nunca mais tive dúvidas que queria ser fotógrafo”. Kawall fez um curso de Fotografia, foi contratado por algumas das principais gravadoras instaladas no Brasil e, além de Elis, traz na bagagem fotos de Rita Lee, Hermeto Pascoal e Ney Matogrosso.
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Em seu acervo, Kawall tem fotos feitas em estúdios ou shows, e a ideia é que elas virem um livro de edição única, com 50 mil exemplares, com um custo estimado de R$ 1 milhão. “O melhor ângulo dela é o lateral”, relembra o fotógrafo. Elis tinha um pouco de estrabismo, então era preciso saber o momento exato de clicar a cantora. “Talvez ela tenha me escolhido por isso. Pelo fato de eu focá-la de outras maneiras”.
Kawall conheceu Elis aos 21 anos de idade. Acabara de voltar de Manaus e na mala trazia o equipamento da Hasselblad, com o qual tinha pouca intimidade. Tinha sido contratado para um trabalho na revista “Música”. Seria a primeira edição do periódico e a pauta era sobre o lançamento disco de Elis – “Falso Brilhante”. Fotos feitas, entrosamento concluído.
Atualmente, Kawall – que antes era conhecido como Paulo Vasconcelos – faz retratos por prazer e substituiu a máquina analógica pela digital. Nunca deixou de fazer fotos mundo afora. O gosto pela imagem veio ainda quando criança. Em uma viagem com a família ao Rio Grande do Sul, ganhou da mãe uma máquina fotográfica. “Ela disse que eu seria o fotógrafo oficial. Nunca mais tive dúvidas que queria ser fotógrafo”. Kawall fez um curso de Fotografia, foi contratado por algumas das principais gravadoras instaladas no Brasil e, além de Elis, traz na bagagem fotos de Rita Lee, Hermeto Pascoal e Ney Matogrosso.
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