ABTA discute monopólio das telecomunicações e convergência
ABTA discute monopólio das telecomunicações e convergência
Atualizado em 03/08/2005 às 15:08, por
Fonte: Novaface Comunicação.
A abertura da ABTA 2005 Feira e Congresso contou com presenças importantes como Elifas Gurgel, Presidente da Anatel, Orlando Senna, Secretário do Audiovisual do Ministério da Cultura, Francisco Valim e Alexandre Annenberg, respectivamente Presidente do Conselho e Diretor Executivo da ABTA. Os principais temas discutidos foram a revolução tecnológica pela qual o setor de TV por Assinatura passa atualmente e também as dificuldades e barreiras que impedem o crescimento efetivo da indústria.
Com 3.8 milhões de assinantes no Brasil, a TV por Assinatura possui um grande potencial de mercado, porém a falta de uma regulação adequada capaz de reger a convergência tecnológica pela qual o setor passa, pode desestimular o investimento por parte das empresas. O triple play é uma realidade, os serviços de vídeo, dados e voz já podem ser oferecidos por uma mesma operadora, mas esta realidade exige maior atenção quanto aos marcos regulatórios.
O Elifas Gurgel, presidente da Anatel, sabe da importância da indústria para o crescimento econômico do país e destaca a tecnologia utilizada. "O interesse pela TV por Assinatura se dá de maneira mais intensa por conta dos serviços oferecidos por ela hoje. O vídeo, a banda larga e a Voz sobre IP são grandes atrativos. Mas, é preciso acabar com o monopólio da telecomunicação para que a disputa seja justa", afirmou Gurgel. O setor da TV por Assinatura, de acordo com Orlando Senna, secretário do Audiovisual do MinC, ocupa uma posição estratégica dentro do segmento para o fomento da diversidade cultural brasileira e para a inclusão digital. "A comunicação será neste século a mais importante atividade econômica; e o setor audiovisual figura como segmento chave deste pólo produtivo, privilegiado e muito importante para a geração de riquezas", disse.
As diversas fases pelas quais o segmento de payTv passou foram destaque no discurso do Presidente da ABTA. "O setor passou pelas fases empreendedora, de delírio com a possibilidade de um público bem maior do que o atual e hoje está saindo do que podemos chamar de purgatório, ou seja, gerenciando os erros cometidos no passado. Vejo, a partir deste ano, um novo momento, o futuro. As equipes estão prontas, treinadas e com rede de distribuição adequada para enfrentar o desafio do crescimento", disse Francisco Valim. Para Alexandre Annenberg, Diretor Executivo da ABTA, as lideranças governamentais precisam se sensibilizar para os problemas enfrentados pela TV por Assinatura nacional. "Enfrentamos vários empecilhos e isso dificulta a aplicação eficaz da inclusão digital. Hoje, as prefeituras cobram taxas significativas pelo uso do solo, da mesma forma que as elétricas exigem o pagamento para o "aluguel" de postes, o Ecad (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição) que exige o pagamento por utilização de trilha sonora nos filmes exibidos, entre tantas outras cobranças. É quase impossível vencer tantas barreiras e ser lucrativo", comentou.
Com 3.8 milhões de assinantes no Brasil, a TV por Assinatura possui um grande potencial de mercado, porém a falta de uma regulação adequada capaz de reger a convergência tecnológica pela qual o setor passa, pode desestimular o investimento por parte das empresas. O triple play é uma realidade, os serviços de vídeo, dados e voz já podem ser oferecidos por uma mesma operadora, mas esta realidade exige maior atenção quanto aos marcos regulatórios.
O Elifas Gurgel, presidente da Anatel, sabe da importância da indústria para o crescimento econômico do país e destaca a tecnologia utilizada. "O interesse pela TV por Assinatura se dá de maneira mais intensa por conta dos serviços oferecidos por ela hoje. O vídeo, a banda larga e a Voz sobre IP são grandes atrativos. Mas, é preciso acabar com o monopólio da telecomunicação para que a disputa seja justa", afirmou Gurgel. O setor da TV por Assinatura, de acordo com Orlando Senna, secretário do Audiovisual do MinC, ocupa uma posição estratégica dentro do segmento para o fomento da diversidade cultural brasileira e para a inclusão digital. "A comunicação será neste século a mais importante atividade econômica; e o setor audiovisual figura como segmento chave deste pólo produtivo, privilegiado e muito importante para a geração de riquezas", disse.
As diversas fases pelas quais o segmento de payTv passou foram destaque no discurso do Presidente da ABTA. "O setor passou pelas fases empreendedora, de delírio com a possibilidade de um público bem maior do que o atual e hoje está saindo do que podemos chamar de purgatório, ou seja, gerenciando os erros cometidos no passado. Vejo, a partir deste ano, um novo momento, o futuro. As equipes estão prontas, treinadas e com rede de distribuição adequada para enfrentar o desafio do crescimento", disse Francisco Valim. Para Alexandre Annenberg, Diretor Executivo da ABTA, as lideranças governamentais precisam se sensibilizar para os problemas enfrentados pela TV por Assinatura nacional. "Enfrentamos vários empecilhos e isso dificulta a aplicação eficaz da inclusão digital. Hoje, as prefeituras cobram taxas significativas pelo uso do solo, da mesma forma que as elétricas exigem o pagamento para o "aluguel" de postes, o Ecad (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição) que exige o pagamento por utilização de trilha sonora nos filmes exibidos, entre tantas outras cobranças. É quase impossível vencer tantas barreiras e ser lucrativo", comentou.






