Abraji repudia hostilidades contra jornalistas em Porto Alegre e em Curitiba
A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) repudiou dois episódios de agressão a profissionais de imprensa nesta quarta-feira (24) que cobriam o julgamento dos recursos à condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pela Justiça Federal, em Porto Alegre.
Atualizado em 25/01/2018 às 10:01, por
Redação Portal IMPRENSA.
Crédito:Agência Brasil/Eduardo Sander/JFRS
"A violência e a intolerância são daninhas em qualquer contexto, mas são ainda mais perversas quando o alvo são repórteres. A cobertura da imprensa, especialmente durante protestos, ajuda a garantir direitos de todos. A luta pela liberdade de expressão não tem lado. Calar um repórter é sonegar à sociedade o direito à informação, e só interessa a quem não dá valor à democracia", condenou a entidade em seu site oficial.
Na manhã de ontem, a repórter Fernanda Farias e o cinegrafista Márcio Godoy, da TV Band do Rio Grande do Sul, foram ofendidos e expulsos dos arredores do Anfiteatro Pôr do Sol, na capital gaúcha, por . Embora não tenha havido feridos, a cobertura jornalística não pôde ser realizada.
Pouco depois, foi a vez do repórter Rafael Moro Martins, do Intercept Brasil, ser agredido . O jornalista levou um tapa na mão e teve o celular derrubado enquanto filmava o acampamento onde se concentravam os militantes.





