Abraji e SJSP repudiam assédio a jornalistas que cobriram ato contra Dilma em SP
Profissionais foram ameaçados e difamados em seus perfis nas redes sociais
Atualizado em 04/11/2014 às 11:11, por
Redação Portal IMPRENSA.
A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) e o Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo (SJSP) divulgaram na última segunda-feira (3/11) notas de repúdio às ameaças sofridas por repórteres que cobriram o ato contra a presidente Dilma Rousseff (PT) no último sábado (1/11).
Crédito:Reprodução Ricardo Chapola (esq.) e Gustavo Uribe (dir.) foram ameaçados após cobertura de manifestação
As entidades apontaram que alguns jornalistas foram ameaçados e difamados em seus perfis nas redes sociais. Os repórteres Gustavo Uribe, da Folha de S.Paulo , e Ricardo Chapola, do Estadão , foram alvos de xingamentos por parte de grupos insatisfeitos com o resultado da eleição presidencial.
A Abraji destacou que os assédios são um "ataque direto à liberdade de expressão". "Afeta não apenas os jornalistas em questão. Ao criar um clima de hostilidade em relação ao trabalho da imprensa, atinge todos os profissionais e, em última instância, toda a sociedade", disse.
O Sindicato afirmou dar "todo o seu apoio aos profissionais de imprensa atingidos por essas violências". "A garantia de segurança para a atuação profissional dos jornalistas é indispensável para que exerçam suas funções dignamente, cumprindo o papel de reportar os acontecimentos socialmente relevantes".
Crédito:Reprodução Ricardo Chapola (esq.) e Gustavo Uribe (dir.) foram ameaçados após cobertura de manifestação
As entidades apontaram que alguns jornalistas foram ameaçados e difamados em seus perfis nas redes sociais. Os repórteres Gustavo Uribe, da Folha de S.Paulo , e Ricardo Chapola, do Estadão , foram alvos de xingamentos por parte de grupos insatisfeitos com o resultado da eleição presidencial.
A Abraji destacou que os assédios são um "ataque direto à liberdade de expressão". "Afeta não apenas os jornalistas em questão. Ao criar um clima de hostilidade em relação ao trabalho da imprensa, atinge todos os profissionais e, em última instância, toda a sociedade", disse.
O Sindicato afirmou dar "todo o seu apoio aos profissionais de imprensa atingidos por essas violências". "A garantia de segurança para a atuação profissional dos jornalistas é indispensável para que exerçam suas funções dignamente, cumprindo o papel de reportar os acontecimentos socialmente relevantes".





