ABI envia carta a Geraldo Alckmin repudiando indiciamento de jornalista
A Associação Brasileira de Imprensa (ABI) enviou na última segunda-feira (24/8) uma carta ao governador do estado de São Paulo, Geraldo Alck
Atualizado em 26/08/2015 às 15:08, por
Redação Portal IMPRENSA.
Atualizada às 17h45
min, repudiando o indiciamento do jornalista , do Diário da Região , por quebra de sigilo de interceptação telefônica de um sequestro ocorrido em São José do Rio Preto, em agosto do ano passado.
Crédito:Reprodução/Facebook ABI cobra do governador medidas sobre indiciamento de jornalista
Na carta, a associação ressalta que o indiciamento por quebra de sigilo não é válido, já que o processo não se encontrava em segredo de justiça. "O repórter teve livre acesso ao processo, na 3ª Vara Criminal da cidade, onde os autos não se encontram sob sigilo, por se tratar de um crime de ação penal pública incondicionada". O órgão ainda apontou a decisão da Polícia Civil de São Paulo como uma ofensa à liberdade de imprensa.
"A ABI entende que essa decisão, além de representar inaceitável retaliação ao trabalho desenvolvido pelo repórter Allan Abreu, ofende a liberdade de imprensa e macula a imagem do governo de vossa excelência [Geraldo Alckmin] que sempre se destacou em conter e punir, de forma exemplar, os excessos de toda natureza cometidos na esfera policial".
No último sábado (22/8), o governador Alckmin comentou o caso. "Liberdade de imprensa é direito constitucional. Nada pode cerceá-lo. Então já foi requisitado o inquérito pra São Paulo pra ser avaliado minuciosamente."
min, repudiando o indiciamento do jornalista , do Diário da Região , por quebra de sigilo de interceptação telefônica de um sequestro ocorrido em São José do Rio Preto, em agosto do ano passado.
Crédito:Reprodução/Facebook ABI cobra do governador medidas sobre indiciamento de jornalista
Na carta, a associação ressalta que o indiciamento por quebra de sigilo não é válido, já que o processo não se encontrava em segredo de justiça. "O repórter teve livre acesso ao processo, na 3ª Vara Criminal da cidade, onde os autos não se encontram sob sigilo, por se tratar de um crime de ação penal pública incondicionada". O órgão ainda apontou a decisão da Polícia Civil de São Paulo como uma ofensa à liberdade de imprensa.
"A ABI entende que essa decisão, além de representar inaceitável retaliação ao trabalho desenvolvido pelo repórter Allan Abreu, ofende a liberdade de imprensa e macula a imagem do governo de vossa excelência [Geraldo Alckmin] que sempre se destacou em conter e punir, de forma exemplar, os excessos de toda natureza cometidos na esfera policial".
No último sábado (22/8), o governador Alckmin comentou o caso. "Liberdade de imprensa é direito constitucional. Nada pode cerceá-lo. Então já foi requisitado o inquérito pra São Paulo pra ser avaliado minuciosamente."
Em entrevista à IMPRENSA, Abreu disse ser vítima de uma perseguição da polícia, que em sua opinião ficou insatisfeita com as denúncias feitas por ele. "Acho que é uma forma de intimidação claríssima com o uso dos instrumentos do Estado contra um repórter que não faz o jogo polícia-imprensa. Pago um preço pela escolha de jornalismo que fiz".





