ABI elogia recursos do MP contra a soltura dos acusados da morte de Santiago Andrade
Mudança da classificação do crime fez com que os acusados respondessem ao processo em liberdade
Atualizado em 07/05/2015 às 10:05, por
Redação Portal IMPRENSA.
A Associação Brasileira de Imprensa (ABI) elogiou, em nota, os recursos do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro ao Supremo Tribunal de Justiça (STJ) e ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra a decisão da 8ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do RJ, que retirou a acusação de homicídio doloso triplamente qualificado contra Caio Silva de Souza e Fábio Raposo pela morte do cinegrafista , da Band.
Crédito:Reprodução Entidade aprovou medida do MP que tenta evitar libertação dos suspeitos pela morte do cinegrafista
Segundo o jornal O Estado de S. Paulo , a entidade disse que "aguarda confiante que, com os recursos do Ministério Público, os réus Fábio Raposo e Caio Silva sejam julgados no Tribunal do Júri por homicídio triplamente qualificado, assumindo o risco de matar".
A . No recurso especial, o MP sustenta que houve falha de interpretação da Câmara julgadora, que rejeitou a acusação de prática de homicídio doloso (intencional). No recurso extraordinário ao Supremo, o órgão argumenta que houve suposta violação ao artigo 5º da Constituição Federal, "uma vez que somente os jurados poderiam decidir se o evento criminoso caracteriza ou não crime doloso contra a vida, não cabendo ao juiz, nessa matéria, fazer avaliação aprofundada das circunstâncias envolvidas".
Santiago Andrade morreu após ser atingido na cabeça por rojão quando cobria protesto no centro do Rio de Janeiro. O Ministério Público sustentou que Souza e Barbosa atuaram juntos, com divisão de tarefas e intenção de causar tumulto, sem importar para o risco à vida e a integridade das pessoas em volta. Também acusa os jovens de direcionarem o rojão para a multidão.
Crédito:Reprodução Entidade aprovou medida do MP que tenta evitar libertação dos suspeitos pela morte do cinegrafista
Segundo o jornal O Estado de S. Paulo , a entidade disse que "aguarda confiante que, com os recursos do Ministério Público, os réus Fábio Raposo e Caio Silva sejam julgados no Tribunal do Júri por homicídio triplamente qualificado, assumindo o risco de matar".
A . No recurso especial, o MP sustenta que houve falha de interpretação da Câmara julgadora, que rejeitou a acusação de prática de homicídio doloso (intencional). No recurso extraordinário ao Supremo, o órgão argumenta que houve suposta violação ao artigo 5º da Constituição Federal, "uma vez que somente os jurados poderiam decidir se o evento criminoso caracteriza ou não crime doloso contra a vida, não cabendo ao juiz, nessa matéria, fazer avaliação aprofundada das circunstâncias envolvidas".
Santiago Andrade morreu após ser atingido na cabeça por rojão quando cobria protesto no centro do Rio de Janeiro. O Ministério Público sustentou que Souza e Barbosa atuaram juntos, com divisão de tarefas e intenção de causar tumulto, sem importar para o risco à vida e a integridade das pessoas em volta. Também acusa os jovens de direcionarem o rojão para a multidão.





