Abert e ANJ repudiam assassinato de jornalista no RJ e pedem rigor na investigação
Na última sexta-feira (14/2), entidades de imprensa como a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) e a Associação Nacional de Jornais (ANJ) repudiaram o assassinato do jornalista Pedro Palma, de 47 anos, dono do Panorama Regional , no Rio de Janeiro, e cobraram investigações das autoridades de segurança.
Atualizado em 15/02/2014 às 12:02, por
Redação Portal IMPRENSA.
de imprensa como a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) e a Associação Nacional de Jornais (ANJ) repudiaram o assassinato do jornalista Pedro Palma, de 47 anos, dono do Panorama Regional , no Rio de Janeiro, e cobraram investigações das autoridades de segurança.
Crédito:Reprodução Jornalista foi atingido por três tiros em frente de sua casa; filha testemunhou o crime
Em nota, a Abert pediu rigor na investigação. "Palma é o terceiro profissional de comunicação morto no país só este ano. A Abert espera que o crime seja esclarecido e os seus autores responsabilizados", afirmou o presidente Daniel Pimentel Slaviero.
A ANJ também repudiou o assassinato e classificou como uma “grave ameaça à liberdade de expressão e à vigência da democracia no país”. “A Associação Nacional de Jornais insiste junto às autoridades quanto à necessidade de imediato e cabal esclarecimento dos crimes mencionados, a fim de que os responsáveis sejam devidamente julgados”, escreveu Francisco Mesquita Neto.
Terceiro caso de 2014
O jornalista foi executado na quinta-feira (13/02). Ele foi atingido por três tiros em frente a sua residência, por duas pessoas que estavam em uma moto. Testemunhas e parentes afirmaram que ele vinha recebendo ameaças por divulgar irregularidades em prefeituras da região.
Palma foi o terceiro profissional da imprensa morto este ano. Na segunda (10/2), faleceu o cinegrafista Santiago Ilídio Andrade, em consequência dos ferimentos sofridos na quinta (6/2), durante cobertura de protestos no Rio de Janeiro. Na terça (11/2), o radialista Edy Wilson da Silva Dias foi morto por pistoleiros, por razões desconhecidas, no Espírito Santo.
Crédito:Reprodução Jornalista foi atingido por três tiros em frente de sua casa; filha testemunhou o crime
Em nota, a Abert pediu rigor na investigação. "Palma é o terceiro profissional de comunicação morto no país só este ano. A Abert espera que o crime seja esclarecido e os seus autores responsabilizados", afirmou o presidente Daniel Pimentel Slaviero.
A ANJ também repudiou o assassinato e classificou como uma “grave ameaça à liberdade de expressão e à vigência da democracia no país”. “A Associação Nacional de Jornais insiste junto às autoridades quanto à necessidade de imediato e cabal esclarecimento dos crimes mencionados, a fim de que os responsáveis sejam devidamente julgados”, escreveu Francisco Mesquita Neto.
Terceiro caso de 2014
O jornalista foi executado na quinta-feira (13/02). Ele foi atingido por três tiros em frente a sua residência, por duas pessoas que estavam em uma moto. Testemunhas e parentes afirmaram que ele vinha recebendo ameaças por divulgar irregularidades em prefeituras da região.
Palma foi o terceiro profissional da imprensa morto este ano. Na segunda (10/2), faleceu o cinegrafista Santiago Ilídio Andrade, em consequência dos ferimentos sofridos na quinta (6/2), durante cobertura de protestos no Rio de Janeiro. Na terça (11/2), o radialista Edy Wilson da Silva Dias foi morto por pistoleiros, por razões desconhecidas, no Espírito Santo.





