A volta da jaguatirica

A volta da jaguatirica

Atualizado em 09/03/2009 às 15:03, por Karina Padial e Rodrigo Manzano / Fotos: Pya Lima.

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Silvia Poppovic afia as garras para comandar um novo programa de debates na Band e crava: "Pode ter certeza que vai dar audiência"

Quando criança, Silvia Poppovic viu-se no espelho metida em uma roupa feita pela costureira da família: conjuntinho clássico, em lã e seda azul, sob um pequeno casaco de pied-de-poule. A partir daquele momento, imaginou-se apresentadora de televisão e imitou a Hebe Camargo. A contar pela roupa que vestia no dia em que recebeu IMPRENSA para esta reportagem, podemos esperar a volta da apresentadora em forma de uma jaguatirica. Além da roupa pintada, tem demonstrado ânimo e indignação suficientes para comandar, com a astúcia de um felino, um novo programa - de nome indefinido até o fechamento desta edição - , que estréia na Band em meados deste mês, onde mediará convidados num debate sobre os principais fatos do dia e os temas mais urgentes do cotidiano. Características para isso não lhe faltam: é rápida, conhece bem o universo da TV, transita com facilidade entre muitos temas e sabe, como ninguém, impor sua presença a convidados e entrevistados. Mas, diferentemente da Silvia Poppovic das últimas décadas, a apresentadora assegura que está mais paciente e tranquila.

Os traços serenos, no entanto, são difíceis de serem encontrados por trás das mãos inquietas e da fala que parece não cessar. As perguntas para Silvia não precisam ser completadas: ela logo as entende quando se lançam apenas algumas palavras. Perfil esse que, de acordo com a configuração dos astros, é inerente a ela, uma boa aquariana com ascendência em aquário: olhar voltado para o futuro, mente funcionando em ritmo acelerado e personalidade contraditória que convive harmoniosamente com o nervosismo e a calma. Por isso não é de se estranhar que afirme que é "uma profissional muito madura", e ao mesmo tempo sinta-se "como se estivesse fazendo um programa pela primeira vez."

Leia matéria completa na edição 243 de IMPRENSA