A PATOTA E O QUARENTÃO

A PATOTA E O QUARENTÃO

Atualizado em 07/08/2009 às 19:08, por Alexandre Arruda e  colaboração do Rio de Janeiro.

Por IMPRENSA ENTREVISTA OS FUNDADORES DO PASQUIM E RELEMBRA ALGUNS DOS EPISÓDIOS MARCANTES DA HISTÓRIA DO JORNAL, QUE COMPLETA 40 ANOS EM 2009



Uma entrevista feita no bar, nos fundos de um armazém na avenida Nossa Senhora de Copacabana, no Rio, em 1969, mudaria para sempre a maneira de fazer jornal no Brasil. De um lado, o entrevistado, Ibrahim Sued, e do outro o cartunista e "bom datilógrafo", Jaguar. Começava a nascer o primeiro número do Pasquim, que completa 40 anos com direito a edição comemorativa da editora Desiderata, que seleciona as melhores matérias e publica um suplemento das capas que marcaram época.

"Naquele tempo tinha aquelas coisas, de [escrever] 'nosocômio', aquela linguagem chamada jornalística. Mas eu não entendia porra nenhuma de jornalismo. Era apenas um cartunista", lembra Jaguar, um dos fundadores do jornal e quem batizou a publicação. A entrevista foi acompanhada, segundo ele, por um "assessorzinho" de Ibrahim, chamado Elio Gaspari: "era o ghost writer dele", diz, rindo.

Leia matéria completa na edição 248 de IMPRENSA