A nova garota do Fantástico
A nova garota do Fantástico
A contratação da tetraplégica Flávia Cintra como repórter do programa da Globo representa a superação de um tabu histórico no trato de pesoas com deficiência física
Em um país em que a televisão atinge a quase totalidade da população, é natural que ela se torne parâmetro para ideias, costumes e norteie o comportamento do brasileiro nos mais diversos aspectos, inclusive na percepção e absorção das diferenças. Exatamente por esse poder, há vinte anos, em 1990, acontecia na cidade de São Paulo (SP) um congresso que visava discutir a imagem das pessoas com deficiência na mídia. Naquele encontro, profissionais de renome da comunicação, como Marcelo Rubens Paiva e Maurício Kubrusly, debatiam a forma como a deficiência era retratada e quais seriam os passos para que os veículos de comunicação, sobretudo a televisão, mostrassem a realidade do deficiente, sem os preconceitos da incapacidade e do "coitadismo".
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