A mulher é a grande impulsionadora do consumo. Como ela se comporta no digital?

Crédito:Divulgação A mulher é a grande impulsionadora do consumo da nova classe média brasileira. Como ela está se comportando nos meios digitais e redes sociais?

Atualizado em 23/01/2015 às 13:01, por Redação Portal IMPRENSA.

grande impulsionadora do consumo da nova classe média brasileira. Como ela está se comportando nos meios digitais e redes sociais? Quais as maneiras mais eficazes das empresas potencializarem cada vez mais esse meio e obter resultados relevantes?

Marcos Santana, gerente de marketing da Bombril

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As mulheres brasileiras, principalmente as pertencentes à classe média, estão entre as mais sociáveis do mundo. Em relação aos homens, navegam mais, aceitam com maior naturalidade o diálogo com marcas e disponibilizam mais tempo nas redes sociais. Pesquisas apontam que 83% delas procuram mais detalhes sobre um produto ou serviço depois de vê-lo na televisão. Essa mulher confia na internet para se informar e conhecer os produtos que lhe despertam interesse. O caminho é travar um diálogo sincero e transparente. Isso exige investimento, tempo e dedicação, mas o resultado é inquestionável. Elenice Galera diretora de mídia da VML
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As mulheres brasileiras buscam ofertas e informações e são mais cross media que os homens. Elas estão gerando conteúdo como nunca - postam fotos, escrevem posts, criam blogs. Pesquisas revelam que as mulheres aceitam muito melhor as ações de marcas nas redes que os homens. Em um mundo virtual, onde todo mundo fala, minha intuição (masculina) é que a mulher quer ser ouvida. As marcas que abrirem um espaço sincero para saber o que elas desejam e o que pensam, sairão na frente. É preciso também ter cuidado com estereótipos e levar em conta a sensibilidade dessa comunicação. André Franco sócio e diretor de criação da Giz Propaganda
Crédito:Divulgação As mulheres viram nas redes sociais uma forma de substituir o que antigamente era o ‘boca a boca’. Quando o assunto é e-commerce, sabemos que elas conquistaram poder de consumo, mas apesar de fazerem mais compras, gastam menos do que os homens, indicando que o preço pode ser o principal definidor. Textos e vídeos longos tendem a não atrair a atenção da mulher que trabalha, estuda, é mãe e esposa. Ela quer receber conteúdo rápido e que seja aplicável a sua rotina. Não é à toa que são maioria em redes sociais que tem a imagem como foco. Outra dica é distribuir aquilo que pode otimizar o dia. Dicas, ideias e o famoso “faça você mesma”, em vídeos rápidos ou imagens explicativas, ajudam a atrair a atenção. Tássia Scheffer atendimento e planejamento da V8 Comunicação
Crédito:Divulgação A mulher tem movimentado expressivamente os meios digitais e as redes sociais. Ela traz conteúdos e emite sua opinião, de modo que se torna cada vez mais formadora de opinião dentro de universos cada vez mais específicos e incomuns. A linguagem feminina é diferente e os temas abordados por elas são diversificados. Desse modo, criar veículos e meios capazes de alimentar todo esse desejo de informação poderá atraí-la para um universo de compartilhamento de conteúdo. Cada vez mais estão sendo criados meios de comunicação capazes de reunir os assuntos que chamam a atenção dessas mulheres multitarefas, informando e entretendo com alegria, conteúdo e praticidade. Juliana Destro Facuri diretora executiva da DF Comunicação Corporativa