A importâcia da leitura / Por Givanildo J. Rodrigues - aluno de jornalismo da UNINOVE
A importâcia da leitura / Por Givanildo J. Rodrigues - aluno de jornalismo da UNINOVE
Atualizado em 27/04/2005 às 16:04, por
Givanildo J. Rodrigues.
A importâcia da leitura / Por - aluno de jornalismo da UNINOVE
PorA importância da leitura
A imaginação humana é até certo ponto infinita. Somos seres capazes de imaginar e idealizar descobertas que servem tanto para o bem quanto para o mal. Pois bem, grande parte dessa genialidade concedida somente aos seres humanos vem do exercício constante da mente aliada ao histórico da consciência em estado de atividade plena.
Dentre esses exercícios, um é preponderante em todos os seguimentos do conhecimento. Da comunicação social à medicina, a leitura, seja ela técnica ou literata, nos proporciona uma gama de idéias que fertilizam nossa imaginação. É através da leitura que conseguimos nos transportar para o século passado, por exemplo, e entender o funcionamento da sociedade atual. As idéias de pesquisas nas área da medicina e ciência são proveniente de várias leituras e experimentos.
Muitos autores e mesmo amantes da leitura devem achar esse artigo um pouco antigo e sem novidade aparente. Mas vale sempre ressalvar a importância da leitura em qualquer fase da vida. Uma pesquisa recente da universidade de Harvard, nos Estados Unidos comprova que as crianças que inicializaram atividades envolvendo leitura ainda na infância são mais rápidas de raciocínio e aprendem tudo com mais facilidade.
Um aluno que estuda Comunicação Social é, por natureza, obrigado a ler vários livros, que além de servir como moderador de avaliação, ajuda também na atividade de aprender qual é a tese do autor, e por fim usar a leitura para formular seus próprios conceitos e definir uma opinião sobre determinado assunto.
Por isso há alunos que se sobressaem mais que outros devido ao interesse e a predisposição de ir atrás de opiniões e definições que ainda causem dúvidas na sua forma de pensar o assunto. Todavia é imprescindível a implementação da leitura como disciplina metodológica para avaliação curricular, isso em todos os seguimentos de ensino.
Certa feita, por ficar sem contato com a leitura, senti um vazio pairando em torno de minha fertilidade de pensamentos. Algo definido por desapego aos assuntos que deixam o estudante mais politizado diante das questões ao qual ele se propôs a estudar e por conseqüência entender. A diferença foi brutal em relação ao meu desempenho acadêmico, ou seja, perdi sensivelmente o interesse por outras coisas relacionadas ao senso crítico.
O Brasil por ser um país imenso, e com várias distinções culturais lê menos que a Argentina_ o brasileiro lê cerca de 3 livros por ano, enquanto os argentinos lêem cerca de nove, a diferença é preocupante. Isso por que não houve comparação com países da Europa e Ásia.
Fala-se tanto em educação, problemas sociais_não que isso não seja de fato uma mazela para o país, mas creio que com a leitura, as coisas tendem a serem facilitadas quando temos uma população mais consciente desses problemas, isto é, com mais bagagem para entender que uma nação é fortalecida quando mais pessoas participam dela, e a participação de forma positiva só é adquirida em uma sociedade mais politizada e consciente do seu papel para uma nação imaginada em romances, na qual o final é sempre feliz.






