A dona da casa
A dona da casa
Desde o contato inicial com Erika Palomino, a resposta sempre veio prontamente, em geral via BlackBerry. Estivesse ela cobrindo um evento de moda em Minas Gerais, estivesse em sua casa em São Paulo, tudo indicava uma boa comunicação e, logo, uma boa reportagem. Na data marcada para a conversa houve, no entanto, um cancelamento. Gold, seu labrador de 11 anos, estava no veterinário. Por meio de seu produtor, reagendamos a conversa para a semana seguinte, na House of Palomino, empresa criada para gerir seu site, a revista Key e outros projetos. Novamente, o encontro é desmarcado em razão da morte do cão, motivada por um câncer abdominal. Diante do adiamento anterior, já se imaginava a seriedade da situação e talvez um novo cancelamento. Mas não. Dois dias depois, o terceiro contato, via SMS, confirmou a entrevista.
O episódio ajuda a entender um pouco da dinâmica dessa jornalista carioca, de 41 anos, bem humorada e "muito tímida", como se define. Altamente ansiosa e intensa com seus compromissos, envolve-se com o trabalho com a mesma paixão que a nutre nas questões sentimentais, como no caso de Gold, companheiro dela e de seus dois filhos por mais de uma década.
A trajetória dessa profissional que transformou a cobertura da noite e da moda no Brasil começa em 1988, na Folha de S.Paulo. Naquela época cultura e comportamento relacionados à música eletrônica estavam no auge na Inglaterra. Ainda sem saber, Erika seria uma das maiores porta-vozes na imprensa brasileira dos ecos que esse cenário teria por aqui.
Leia a matéria completa na edição 246 de IMPRENSA






