“A concorrência é grande”, afirma publicitário inventor do 'boneco-currículo'
Recém-formado em publicidade e propaganda, Henrique Murate tenta inovar para se encaixar no perfil das grandes agências da área no país.
Atualizado em 17/12/2014 às 16:12, por
Christh Lopes*.
Ao se formar em publicidade e propaganda, o paranense Henrique Murate tinha como objetivo integrar uma das principais agências do país. Natural de Londrina, o jovem de 26 anos buscou criar um diferencial para se destacar diante da concorrência. Foi então que ele resolveu produzir bonecos de si mesmo com uma embalagem na qual constava seu histórico profissional e habilidades.
Crédito:Reprodução/Facebook Boneco-currículo do publicitário ainda não rendeu o sonhado emprego
Inventor do ‘boneco-currículo’, o comunicador conta que a ideia surgiu diante da escassez de opções para entrar no mercado. “Analisei que minhas chances eram muito baixas e busquei me diferenciar e ser ao menos notado. Aí fui desenvolvendo o formato do currículo, defini fazer o boneco por ser um material que estava ao meu alcance por possuir alguns recursos para criação”, afirma.
Revelado pelo portal Catraca Livre, ele fez inúmeros protótipos até pegar a estrada rumo ao sonho de trabalhar em uma grande agência. Para isso, selecionou algumas empresas que atuam em São Paulo e no Rio de Janeiro e foi entregando os "currículos". Foi graças ao brinquedo que pôde visitar as agências Young & Rubican, Artplan e África, que entraram em contato para lhe conhecer.
Produção do ‘boneco-currículo’
Tudo começou com o desenvolvimento da arte do brinquedo. Inicialmente, tentou sozinho, mas não gostou do resultado e resolveu pedir ajuda externa. Um profissional especializado fez a sua caricatura. Daí em diante, teve apenas a simples tarefa de digitalizar o desenho, imprimir, transferir para o tecido e mandar para a costureira e fazer o preenchimento do material do brinquedo.
A caixa, no entanto, contou com as habilidades de Murate. O processo é semelhante: fez o layout, rodou em gráfica rápida, cortou, colou, vinquou e montou. “Comecei a entregar do início de novembro, aproximadamente, e foi legal perceber a reação das pessoas na hora da entrega”, relata.
O tão sonhado emprego não veio, mas ele mantém expectativas sobre isso. Segundo conta, há escassez de vagas em quase todas as áreas, e, ainda por cima, tem de enfrentar forte concorrência.
“Independentemente do desfecho dessa busca, os resultados que obtive até hoje foram muito gratificantes. Um obrigado ao pessoal das agências que tem me recebido muito bem e principalmente aos amigos que me acompanham (...) sei que torcem por mim”, publicou em sua no Facebook.
* Com supervisão de Vanessa Gonçalves
Crédito:Reprodução/Facebook Boneco-currículo do publicitário ainda não rendeu o sonhado emprego
Inventor do ‘boneco-currículo’, o comunicador conta que a ideia surgiu diante da escassez de opções para entrar no mercado. “Analisei que minhas chances eram muito baixas e busquei me diferenciar e ser ao menos notado. Aí fui desenvolvendo o formato do currículo, defini fazer o boneco por ser um material que estava ao meu alcance por possuir alguns recursos para criação”, afirma.
Revelado pelo portal Catraca Livre, ele fez inúmeros protótipos até pegar a estrada rumo ao sonho de trabalhar em uma grande agência. Para isso, selecionou algumas empresas que atuam em São Paulo e no Rio de Janeiro e foi entregando os "currículos". Foi graças ao brinquedo que pôde visitar as agências Young & Rubican, Artplan e África, que entraram em contato para lhe conhecer.
Produção do ‘boneco-currículo’
Tudo começou com o desenvolvimento da arte do brinquedo. Inicialmente, tentou sozinho, mas não gostou do resultado e resolveu pedir ajuda externa. Um profissional especializado fez a sua caricatura. Daí em diante, teve apenas a simples tarefa de digitalizar o desenho, imprimir, transferir para o tecido e mandar para a costureira e fazer o preenchimento do material do brinquedo.
A caixa, no entanto, contou com as habilidades de Murate. O processo é semelhante: fez o layout, rodou em gráfica rápida, cortou, colou, vinquou e montou. “Comecei a entregar do início de novembro, aproximadamente, e foi legal perceber a reação das pessoas na hora da entrega”, relata.
O tão sonhado emprego não veio, mas ele mantém expectativas sobre isso. Segundo conta, há escassez de vagas em quase todas as áreas, e, ainda por cima, tem de enfrentar forte concorrência.
“Independentemente do desfecho dessa busca, os resultados que obtive até hoje foram muito gratificantes. Um obrigado ao pessoal das agências que tem me recebido muito bem e principalmente aos amigos que me acompanham (...) sei que torcem por mim”, publicou em sua no Facebook.
* Com supervisão de Vanessa Gonçalves





