"A chikungunya foi uma terrível experiência na minha vida", diz jornalista do AP
Além dela, seu filho de oito anos, o sogro e a sogra também foram infectados
Atualizado em 13/05/2015 às 10:05, por
Redação Portal IMPRENSA.
A jornalista Girlane Duarte, moradora do município de Oiapoque (AP), cidade com maior registro de casos da febre chikungunya no Amapá, relatou que passou por "momentos terríveis" ao contrair a doença. .
Ao G1, Girlane contou que ficou dois dias sem andar por conta das fortes dores nas articulações. Segundo ela, os primeiros sintomas apareceram em outubro de 2014, mas não suspeitava que estivesse infectada.
"Eu fui sentindo uma dor de cabeça muito forte e febre alta. Durante quase três dias a minha temperatura passou dos 40ºC. Foi daí que comecei a sentir uma fraqueza muito grande e dor nas articulações dos joelhos. Fiquei dois dias me arrastando em casa porque não conseguia andar. Foram momentos terríveis", disse.
Crédito:Arquivo Pessoal Jornalista do AP relata experiência
O Amapá é o segundo estado brasileiro com maior número de infecções pelo vírus. De acordo com um levantamento feito pelo G1, de janeiro a abril deste ano foram registrados 895 ocorrências da doença. No Brasil, no mesmo período, foram 1.978.
A jornalista procurou atendimento no único hospital da cidade e permaneceu uma noite internada. Ela foi medicada e orientada a ficar em repouso absoluto, além de tomar muito líquido. "Fiquei oito dias com a doença. Nos últimos dias, além das dores no corpo, apareceram manchas vermelhas que coçavam bastante e me davam agonia."
Após seis meses do diagnóstico, Girlane afirma ainda sentir dores nas articulações dos punhos, o que a impede de realizar atividades em seu trabalho e em casa. "Ainda não tenho muita força nas mãos e se tento fazer um esforço, sinto dor. A chikungunya foi uma terrível experiência na minha vida", acrescentou.
Ao G1, Girlane contou que ficou dois dias sem andar por conta das fortes dores nas articulações. Segundo ela, os primeiros sintomas apareceram em outubro de 2014, mas não suspeitava que estivesse infectada.
"Eu fui sentindo uma dor de cabeça muito forte e febre alta. Durante quase três dias a minha temperatura passou dos 40ºC. Foi daí que comecei a sentir uma fraqueza muito grande e dor nas articulações dos joelhos. Fiquei dois dias me arrastando em casa porque não conseguia andar. Foram momentos terríveis", disse.
Crédito:Arquivo Pessoal Jornalista do AP relata experiência
O Amapá é o segundo estado brasileiro com maior número de infecções pelo vírus. De acordo com um levantamento feito pelo G1, de janeiro a abril deste ano foram registrados 895 ocorrências da doença. No Brasil, no mesmo período, foram 1.978.
A jornalista procurou atendimento no único hospital da cidade e permaneceu uma noite internada. Ela foi medicada e orientada a ficar em repouso absoluto, além de tomar muito líquido. "Fiquei oito dias com a doença. Nos últimos dias, além das dores no corpo, apareceram manchas vermelhas que coçavam bastante e me davam agonia."
Após seis meses do diagnóstico, Girlane afirma ainda sentir dores nas articulações dos punhos, o que a impede de realizar atividades em seu trabalho e em casa. "Ainda não tenho muita força nas mãos e se tento fazer um esforço, sinto dor. A chikungunya foi uma terrível experiência na minha vida", acrescentou.





