A carreira musical de Talita Rustichelli e os projetos jornalísticos de Felipeh Campos
Balaio de arte Crédito:Clayton Khan Talita acaba de lançar primeiro CD profissionalPoemas, teatrinhos da escola, aulas de violão, tudo isso já fazia parte da rotina da jornalista Talita Rustichelli desde muito cedo, aos 9 anos.
Atualizado em 09/12/2013 às 13:12, por
Redação Portal IMPRENSA.
Talita acaba de lançar primeiro CD profissional Poemas, teatrinhos da escola, aulas de violão, tudo isso já fazia parte da rotina da jornalista Talita Rustichelli desde muito cedo, aos 9 anos. Foi quando começou a cantar no colégio, depois em saraus, faculdade e nos "bares da vida". A ideia amadureceu e hoje, além de atuar como repórter da Folha da Região (Araçatuba), conta com três projetos diferentes: um de violão e voz, com o violonista Milton Farias; outro de piano e voz, específico de samba, com a pianista Ariane Bego e o mais recente “Talita Rustichelli e Balaio de Vó” que resultou no CD “Tudo Bom”, a ser lançado no começo do ano que vem. “No ‘Tudo Bom’ há músicas de minha autoria e dos integrantes da banda, assim como de outros compositores de Araçatuba e uma do André Abujamra e do Théo Werneck.”
Para conciliar as duas carreiras, Talita afirma que é necessário certo “malabarismo”. Ela não pode, por exemplo, fazer shows fora da cidade durante a semana, então marca aos sábados e domingos (quando não tem plantão, claro). “Eu não resolvo coisas do jornal na hora do trabalho com a música e vice-versa. Minhas noites e fins de semana são usados também para elaboração de projetos, sessões de fotos, envio de material de divulgação, ensaios, entre outras coisas.” Além de respirar arte fora da redação, Talita escreve para o caderno de cultura e comportamento do jornal que atua. “O jornalismo hoje é o que me sustenta financeiramente, mas isso não quer dizer que a música seja menos importante.”]
Corintiano nada sofredor
Crédito:Divulgação Felipeh é fundador da torcida Gaivotas da Fiel Meu nome é Felipeh, tenho 38 anos e odeio que me chamem de Pablo”. Hoje Felipeh Campos é reconhecido nas ruas por ser o criador da “Gaivotas Fiéis”, a primeira torcida gay do Corinthians. O jornalista, formado pela Universidade São Judas, marcou uma geração interpretando músicas no programa “Qual É a Música?”, no SBT. “O Silvio nunca me chamou de Pablo. Esse era o nome do dublador da primeira versão.” A primeira faculdade foi justamente a que lhe rendeu uma carreira artística, a de teatro.
Ainda no SBT, fez testes para o núcleo de dramaturgia, mas logo percebeu que sua vocação era mesmo o jornalismo. Fez estágio nos jornais Agora, Folha de S.Paulo e no extinto Notícias Populares. Mas o destino falou mais alto e o primeiro emprego foi como apresentador do programa de moda “Grande Estilo”, na AllTV. Em um dos episódios conheceu Mônica Pimentel, então diretora artística da RedeTV!, que logo o contratou para ser repórter do “TV Fama”. “Era época de São Paulo Fashion Week. Quando eu cheguei todos os repórteres estavam vestidos de ‘coxinha’ e eu acabei dando cinco pontos de audiência”, lembra.
Em 2009, Campos decidiu apostar em um negócio próprio e abriu o site de notícias Cereja Fina. Inquieto, o ex-apresentador é corintiano roxo e frequenta estádios desde criança. “Com 500 mil pessoas interessadas em ser sócias da Gaivotas, seremos a maior torcida do Brasil.”

Para conciliar as duas carreiras, Talita afirma que é necessário certo “malabarismo”. Ela não pode, por exemplo, fazer shows fora da cidade durante a semana, então marca aos sábados e domingos (quando não tem plantão, claro). “Eu não resolvo coisas do jornal na hora do trabalho com a música e vice-versa. Minhas noites e fins de semana são usados também para elaboração de projetos, sessões de fotos, envio de material de divulgação, ensaios, entre outras coisas.” Além de respirar arte fora da redação, Talita escreve para o caderno de cultura e comportamento do jornal que atua. “O jornalismo hoje é o que me sustenta financeiramente, mas isso não quer dizer que a música seja menos importante.”]
Corintiano nada sofredor
Crédito:Divulgação Felipeh é fundador da torcida Gaivotas da Fiel Meu nome é Felipeh, tenho 38 anos e odeio que me chamem de Pablo”. Hoje Felipeh Campos é reconhecido nas ruas por ser o criador da “Gaivotas Fiéis”, a primeira torcida gay do Corinthians. O jornalista, formado pela Universidade São Judas, marcou uma geração interpretando músicas no programa “Qual É a Música?”, no SBT. “O Silvio nunca me chamou de Pablo. Esse era o nome do dublador da primeira versão.” A primeira faculdade foi justamente a que lhe rendeu uma carreira artística, a de teatro.
Ainda no SBT, fez testes para o núcleo de dramaturgia, mas logo percebeu que sua vocação era mesmo o jornalismo. Fez estágio nos jornais Agora, Folha de S.Paulo e no extinto Notícias Populares. Mas o destino falou mais alto e o primeiro emprego foi como apresentador do programa de moda “Grande Estilo”, na AllTV. Em um dos episódios conheceu Mônica Pimentel, então diretora artística da RedeTV!, que logo o contratou para ser repórter do “TV Fama”. “Era época de São Paulo Fashion Week. Quando eu cheguei todos os repórteres estavam vestidos de ‘coxinha’ e eu acabei dando cinco pontos de audiência”, lembra.
Em 2009, Campos decidiu apostar em um negócio próprio e abriu o site de notícias Cereja Fina. Inquieto, o ex-apresentador é corintiano roxo e frequenta estádios desde criança. “Com 500 mil pessoas interessadas em ser sócias da Gaivotas, seremos a maior torcida do Brasil.”






