“A boa noticia é que mesmo não sendo obrigatório, muitas companhias divulgam seus relatórios de sustentabilidade”, diz Marcella Ungaretti da XP

Marcella Ungaretti, Head de Research ESG da XP relata um movimento crescente do ESG no Brasil

Atualizado em 01/12/2022 às 15:12, por .

As políticas de ESG de empresas são cada vez mais importantes e tem como foco principal a ‘investibilidade’ do negócio por parte de investidores que usam o critério, e os riscos ao negócio (e, portanto, ao investimento) gerados por questões ambientais, sociais ou de governança.


, seja por pressão do mercado internacional, pelas exigências das novas gerações ou da maior competitividade no mercado.


Em conversa com o Lúcio Mesquita, curador do , Marcella explica, na perspectiva de uma instituição financeira, o que é o ESG, em que ponto estão os fundos de pensão nesta discussão, a questão dos processos de regulamentação, a padronização dos dados e quais são as próximas etapas e as tendências no setor de ESG.


“A boa noticia é que mesmo não sendo obrigatório (em algumas bolsas), muitas companhias divulgam seus relatórios de sustentabilidade, muito para atender os investidores e o mercado por esta busca de transparência”, conta Marcella. “Mas mesmo assim, ainda existe um desafio porque não há uma padronização do quê e como devem ser estes relatórios”.


Confira também nesta entrevista as dicas que a especialista detalha para o jornalista evitar o “ESG-washing”.





Crédito:Divulgação

Marcella Ungaretti é Head de Research ESG da XP e sócia da XP Inc. Formada em Administração de Empresas pela FEA-USP e vencedora do Prêmio Ruy Leme de Excelência Acadêmica da USP, Marcella começou sua carreira em Equity Research no Bank of America Merrill Lynch. Em 2018, entrou na XP para ajudar na criação do time de Research e hoje lidera a frente ESG na área.



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