1x4: Estar fora das mídias sociais compromete a estratégia de comunicação das empresas?
Crédito:Divulgação Com o boom das mídias sociais, é possível que um plano de mídia não contemple campanhas que as envolvam? Ou estar fora delas compromete a estratégia de comunicação da empresa e resulta em uma não aproximação com o público?
Atualizado em 05/11/2013 às 13:11, por
Redação Portal IMPRENSA.
mídias sociais, é possível que um plano de mídia não contemple campanhas que as envolvam? Ou estar fora delas compromete a estratégia de comunicação da empresa e resulta em uma não aproximação com o público?
Ciro Mortella, Diretor de assuntos corporativos da Pfizer
Crédito:Divulgação Alexandre Ferreira/ diretor de mídia da agência LOV - É possível, porém, pouco provável. Por resistência, o anunciante pode optar em não estar presente nas redes sociais por receio de ouvir dos usuários opiniões diferentes do esperado em relação ao seu produto ou marca. Não arrisco dizer que estar fora das redes sociais comprometa a estratégia de comunicação dos anunciantes, contudo, estar presente nelas de uma maneira bem planejada, consistente, testando e corrigindo as ações e sabendo extrair o que de melhor elas têm a oferecer, garante uma velocidade muito maior para o bom resultado de um plano de mídia no aspecto qualitativo, quantitativo e financeiro.
Crédito:Divulgação Maria Luísa Melo/ diretora de mídia da agência Artplan - Com a grande adoção das redes sociais pelo público, as marcas buscam estabelecer nessas plataformas a possibilidade de gerar o tão esperado "engajamento". Vivemos uma nova fase da comunicação entre as pessoas e as marcas, e as plataformas digitais e sociais são os canais que dão o tom e permitem isso, mas para estar presente e participar delas é necessário estar estruturado e alinhado com o que os canais possibilitam. Quando as marcas têm uma presença digital bem definida, os canais de conversa bem estruturados, e são capazes de criar mecânicas de ativação que se traduzem em experiências ricas aos seus fãs, elas podem e devem ser inseridas em campanhas que irão cumprir objetivos específicos do plano de mídia. No entanto, a simples inserção de mecânicas sociais em planos de mídia pode gerar experiências negativas.
Crédito:Divulgação Flavio Rezende/ diretor Nacional de Mídia da DPZ - Não necessariamente. As redes sociais não fazem uma marca. Na verdade, elas podem agregar ou “enfraquecer” marcas, dependendo de como são usadas. Na minha concepção, elas são para marcas prontas, e até podem fazer parte de lançamentos de produtos e marcas, mas de uma forma complementar. As redes sociais, se bem usadas, servem de aproximação com o público. Para isso, você tem que estar preparado, ter pessoas capacitadas para atender essas demandas. Se não estiver, é melhor não estar nas redes sociais para não fazer bobeira. E sabemos que existem vários exemplos ruins sobre esse tema. As redes sociais não são fins, são meios.
Crédito:Divulgação Neide Santos/ diretora de mídia da agência Propeg - Hoje em dia não. Não é possível ter um plano que não contemple pelo menos uma mídia social. Ela permite uma aproximação maior com seu público-alvo, de forma eficiente e com feedback direto de seu consumidor. Claro que a mídia em rede social deve ser planejada em paralelo com um trabalho de análise e monitoramento, e não adianta entrar nessa rede e deixar o cliente falando sozinho, ignorando seus feedbacks. Os resultados em redes sociais sempre são mais positivos quando atrelados a conteúdos relevantes postado nas fanpages dos clientes.

Ciro Mortella, Diretor de assuntos corporativos da Pfizer
Crédito:Divulgação Alexandre Ferreira/ diretor de mídia da agência LOV - É possível, porém, pouco provável. Por resistência, o anunciante pode optar em não estar presente nas redes sociais por receio de ouvir dos usuários opiniões diferentes do esperado em relação ao seu produto ou marca. Não arrisco dizer que estar fora das redes sociais comprometa a estratégia de comunicação dos anunciantes, contudo, estar presente nelas de uma maneira bem planejada, consistente, testando e corrigindo as ações e sabendo extrair o que de melhor elas têm a oferecer, garante uma velocidade muito maior para o bom resultado de um plano de mídia no aspecto qualitativo, quantitativo e financeiro.
Crédito:Divulgação Maria Luísa Melo/ diretora de mídia da agência Artplan - Com a grande adoção das redes sociais pelo público, as marcas buscam estabelecer nessas plataformas a possibilidade de gerar o tão esperado "engajamento". Vivemos uma nova fase da comunicação entre as pessoas e as marcas, e as plataformas digitais e sociais são os canais que dão o tom e permitem isso, mas para estar presente e participar delas é necessário estar estruturado e alinhado com o que os canais possibilitam. Quando as marcas têm uma presença digital bem definida, os canais de conversa bem estruturados, e são capazes de criar mecânicas de ativação que se traduzem em experiências ricas aos seus fãs, elas podem e devem ser inseridas em campanhas que irão cumprir objetivos específicos do plano de mídia. No entanto, a simples inserção de mecânicas sociais em planos de mídia pode gerar experiências negativas.
Crédito:Divulgação Flavio Rezende/ diretor Nacional de Mídia da DPZ - Não necessariamente. As redes sociais não fazem uma marca. Na verdade, elas podem agregar ou “enfraquecer” marcas, dependendo de como são usadas. Na minha concepção, elas são para marcas prontas, e até podem fazer parte de lançamentos de produtos e marcas, mas de uma forma complementar. As redes sociais, se bem usadas, servem de aproximação com o público. Para isso, você tem que estar preparado, ter pessoas capacitadas para atender essas demandas. Se não estiver, é melhor não estar nas redes sociais para não fazer bobeira. E sabemos que existem vários exemplos ruins sobre esse tema. As redes sociais não são fins, são meios.
Crédito:Divulgação Neide Santos/ diretora de mídia da agência Propeg - Hoje em dia não. Não é possível ter um plano que não contemple pelo menos uma mídia social. Ela permite uma aproximação maior com seu público-alvo, de forma eficiente e com feedback direto de seu consumidor. Claro que a mídia em rede social deve ser planejada em paralelo com um trabalho de análise e monitoramento, e não adianta entrar nessa rede e deixar o cliente falando sozinho, ignorando seus feedbacks. Os resultados em redes sociais sempre são mais positivos quando atrelados a conteúdos relevantes postado nas fanpages dos clientes.






