1x4: A estratégia de vídeo deve ser responsabilidade da agência de ATL ou digital?
Crédito:Divulgação Dentro de um contexto, onde nosso consumidor é impactado por formatos de vídeos em diferentes plataformas, a estratégia de vídeo e escolha de canais deve ser responsabilidade da agência de ATL ou digital?
Atualizado em 10/06/2014 às 14:06, por
Redação Portal IMPRENSA.
onde nosso consumidor é impactado por formatos de vídeos em diferentes plataformas, a estratégia de vídeo e escolha de canais deve ser responsabilidade da agência de ATL ou digital? Natacha Volpini, gerente de marketing e mídias digitais da Mondelez Brasil
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Renata Valio, head of media da Agência Wieden+Kennedy - A responsabilidade é de quem criou a campanha/filme. A tendência é não termos mais planos de mídia com separação por meios, mas sim por formato de mensagem (no caso, um filme). Cada vez mais os canais digitais – desktop e mobile – através de players, como o YouTube, Facebook e canais de vídeos em geral, deverão agregar tanto em cobertura quanto em frequência, e assim contribuir com o resultado geral da campanha.
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Felipe Zétola, diretor de mídia da Agência OpusMúltipla - Pensando a mídia a partir do foco do consumidor, que acessa tudo, a todo o momento e de qualquer parte, a estratégia de vídeo deve ir ao encontro dessa realidade. Descolar as estratégias e pensá-las isoladamente foge do momento atual que o consumidor está vivendo, multiconectado e multitelas. Uma equipe com especialistas de cada área vai montar a melhor estratégia de pontos de contato para o consumidor do seu produto. Mas, para uma estratégia de comunicação integrada acontecer de fato, os esforços de vídeo, independentemente do canal, não podem ser pensados separadamente. Estes esforços têm de ser pensados de forma integrada desde o princípio da campanha. Portanto, isso será mais fácil e natural de acontecer com a agência de ATL.
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Soraya Coelho, diretora de estratégia digital da Agência nova/sb - O anunciante, a campanha e o público-alvo são os mesmos, portanto não há motivo para dividir a mídia entre o chamado tradicional e o digital. No final das contas, estamos impactando a mesma pessoa: a diferença é que, em alguns momentos, o comportamento dela é digital e, em outros, não. Para entender o comportamento dela nesses momentos e oferecer os formatos e canais que mais se adequam à sua maneira de consumir conteúdo, o planejamento e estratégia de mídia devem ser pensados em harmonia desde o início. Por isso, vemos cada vez mais agências trabalhando com oferta full service, e clientes buscando cada vez mais este tipo de solução.
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Paulo Stephan, diretor geral de mídia de Agência Talent - Eu não acredito em divisão de tarefas ou em dizer que isso é de um e isso é de outro. O ideal é ter alguém que defina uma estratégia, aprove um projeto e que ele seja seguido. Por trabalhar em uma empresa que sempre foi uma referência nesse pensamento, aqui nós nos sentimos sempre responsáveis pela implementação do que estamos propondo. Pensamos em como estar em contato com consumidores, seja ele da maneira que for, e a nossa meta é a viabilização dessas ideias. Não vejo mais espaço para essa divisão entre on e off sobreviver. Acredito na integração de plataformas.

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Renata Valio, head of media da Agência Wieden+Kennedy - A responsabilidade é de quem criou a campanha/filme. A tendência é não termos mais planos de mídia com separação por meios, mas sim por formato de mensagem (no caso, um filme). Cada vez mais os canais digitais – desktop e mobile – através de players, como o YouTube, Facebook e canais de vídeos em geral, deverão agregar tanto em cobertura quanto em frequência, e assim contribuir com o resultado geral da campanha.
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Felipe Zétola, diretor de mídia da Agência OpusMúltipla - Pensando a mídia a partir do foco do consumidor, que acessa tudo, a todo o momento e de qualquer parte, a estratégia de vídeo deve ir ao encontro dessa realidade. Descolar as estratégias e pensá-las isoladamente foge do momento atual que o consumidor está vivendo, multiconectado e multitelas. Uma equipe com especialistas de cada área vai montar a melhor estratégia de pontos de contato para o consumidor do seu produto. Mas, para uma estratégia de comunicação integrada acontecer de fato, os esforços de vídeo, independentemente do canal, não podem ser pensados separadamente. Estes esforços têm de ser pensados de forma integrada desde o princípio da campanha. Portanto, isso será mais fácil e natural de acontecer com a agência de ATL. Crédito:Divulgação
Soraya Coelho, diretora de estratégia digital da Agência nova/sb - O anunciante, a campanha e o público-alvo são os mesmos, portanto não há motivo para dividir a mídia entre o chamado tradicional e o digital. No final das contas, estamos impactando a mesma pessoa: a diferença é que, em alguns momentos, o comportamento dela é digital e, em outros, não. Para entender o comportamento dela nesses momentos e oferecer os formatos e canais que mais se adequam à sua maneira de consumir conteúdo, o planejamento e estratégia de mídia devem ser pensados em harmonia desde o início. Por isso, vemos cada vez mais agências trabalhando com oferta full service, e clientes buscando cada vez mais este tipo de solução.
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Paulo Stephan, diretor geral de mídia de Agência Talent - Eu não acredito em divisão de tarefas ou em dizer que isso é de um e isso é de outro. O ideal é ter alguém que defina uma estratégia, aprove um projeto e que ele seja seguido. Por trabalhar em uma empresa que sempre foi uma referência nesse pensamento, aqui nós nos sentimos sempre responsáveis pela implementação do que estamos propondo. Pensamos em como estar em contato com consumidores, seja ele da maneira que for, e a nossa meta é a viabilização dessas ideias. Não vejo mais espaço para essa divisão entre on e off sobreviver. Acredito na integração de plataformas.






