13 jornalistas ainda estão presos ou desaparecidos na Líbia
13 jornalistas ainda estão presos ou desaparecidos na Líbia
Atualizado em 22/03/2011 às 12:03, por
Redação Portal IMPRENSA.
A situação para os jornalistas na Líbia continua complicada. O Comitê de Proteção aos Jornalistas (CPJ) informou nesta terça-feira (22) que no total são 13 jornalistas presos ou suspeitos de estarem sob custódia de forças leais a Kadafi.
Quatro jornalistas da rede de televisão Al Jazeera estão presos em Trípoli há vários dias- não se sabe ao certo quando foram capturados. Os correspondentes Ahmed Vall Ould Addin e Lotfi al-Messaoudi e os cinegrafistas Kamel Atalua e Ammar al-Hamdan foram detidos enquanto cobriam o conflito na parte ocidental da Líbia.
Outros dois jornalistas da Agence France-Presse, Dave Clark e Roberto Schmidt e o fotógrafo Joe Raedle da Getty Images estão desaparecidos. O último contato que se tem deles foi próximo a região de Tobruk, na última sexta-feira (18).
"Seis jornalistas líbios também estão desaparecidos. Nós clamamos às autoridades líbias a libertar os jornalistas que estão sob custódia e a ajudar a localizar aqueles que estão desaparecidos", ressaltou o Diretor Executivo do CPJ, Joel Simon.
No sábado (19), Mohammed al-Nabbous, fundador e operador do canal Al Hurra TV, apositor ao regime, foi morto por um atirador enquanto cobria um confronto nos arredores de Benghazi
Desde que as revoltas a Líbia começara em Fevereiro, o CPJ registrou mais de 50 ataques à imprensa,mais de 33 detenções, dois ataques a estabelecimentos de notícias, diversos confiscos de material, três casos de obstrução, interrupção da internet e duas mortes.
O órgão local responsável por regular o trabalho da mídia internacional na Líbia diz não ser responsável, ética e legalmente, pelo que ocorre com jornalistas que não tem a situação regularizada para estar no país. O representante do ministro de Relações Exteriores da Líbia, Khalid Kaim, disse que jornalistas que entrarem no país ilegalmente seriam tratados como "fora-da-lei" e "colaboradores da Al Qaeda".
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Quatro jornalistas da rede de televisão Al Jazeera estão presos em Trípoli há vários dias- não se sabe ao certo quando foram capturados. Os correspondentes Ahmed Vall Ould Addin e Lotfi al-Messaoudi e os cinegrafistas Kamel Atalua e Ammar al-Hamdan foram detidos enquanto cobriam o conflito na parte ocidental da Líbia.
Outros dois jornalistas da Agence France-Presse, Dave Clark e Roberto Schmidt e o fotógrafo Joe Raedle da Getty Images estão desaparecidos. O último contato que se tem deles foi próximo a região de Tobruk, na última sexta-feira (18).
"Seis jornalistas líbios também estão desaparecidos. Nós clamamos às autoridades líbias a libertar os jornalistas que estão sob custódia e a ajudar a localizar aqueles que estão desaparecidos", ressaltou o Diretor Executivo do CPJ, Joel Simon.
No sábado (19), Mohammed al-Nabbous, fundador e operador do canal Al Hurra TV, apositor ao regime, foi morto por um atirador enquanto cobria um confronto nos arredores de Benghazi
Desde que as revoltas a Líbia começara em Fevereiro, o CPJ registrou mais de 50 ataques à imprensa,mais de 33 detenções, dois ataques a estabelecimentos de notícias, diversos confiscos de material, três casos de obstrução, interrupção da internet e duas mortes.
O órgão local responsável por regular o trabalho da mídia internacional na Líbia diz não ser responsável, ética e legalmente, pelo que ocorre com jornalistas que não tem a situação regularizada para estar no país. O representante do ministro de Relações Exteriores da Líbia, Khalid Kaim, disse que jornalistas que entrarem no país ilegalmente seriam tratados como "fora-da-lei" e "colaboradores da Al Qaeda".
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