Dono do "Diário do Grande ABC" desconhece elo entre PT e morte de ex-prefeito
O empresário Ronan Maria Pinto, proprietário do Diário do Grande ABC e de empresas do setor de transporte e coleta de lixo em Santo André, na Grande São Paulo, afirmou à Polícia Federal (PF) desconhecer a ligação entre o Partido dos Trabalhadores (PT) e a morte do ex-prefeito Celso Daniel.
Atualizado em 05/04/2016 às 10:04, por
Redação Portal IMPRENSA.
proprietário do e de empresas do setor de transporte e coleta de lixo em Santo André, na Grande São Paulo, afirmou à Polícia Federal (PF) desconhecer a ligação entre o Partido dos Trabalhadores (PT) e a morte do ex-prefeito Celso Daniel.
Crédito:Reprodução Em depoimento à Lava Jato, dono do jornal negou ter recebido dinheiro do PT
De acordo com o G1, Ronan, que foi preso temporariamente na 27ª fase da Operação Lava Jato, também negou ter extorquido dinheiro do PT. O juiz Sérgio Moro indicou, em despacho, que "é possível" que a morte de Celso Daniel tenha "alguma relação" com o esquema de corrupção na prefeitura de Santo André.
As investigações apontaram que o empresário teria tentado obter R$ 6 milhões para não publicar reportagens que pudessem ligar o PT, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e os ex-ministros Gilberto Carvalho e José Dirceu à morte do ex-prefeito. A chantagem teria ocorrido nos primeiros anos do mandato de Lula na Presidência.
Em depoimento, Ronan disse desconhecer a origem dos R$ 6 milhões que obteve junto à empresa Remar. O empresário alegou que o valor foi utilizado para financiar a compra de uma nova frota para a empresa de transporte da qual também é dono.
Crédito:Reprodução Em depoimento à Lava Jato, dono do jornal negou ter recebido dinheiro do PT
De acordo com o G1, Ronan, que foi preso temporariamente na 27ª fase da Operação Lava Jato, também negou ter extorquido dinheiro do PT. O juiz Sérgio Moro indicou, em despacho, que "é possível" que a morte de Celso Daniel tenha "alguma relação" com o esquema de corrupção na prefeitura de Santo André.
As investigações apontaram que o empresário teria tentado obter R$ 6 milhões para não publicar reportagens que pudessem ligar o PT, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e os ex-ministros Gilberto Carvalho e José Dirceu à morte do ex-prefeito. A chantagem teria ocorrido nos primeiros anos do mandato de Lula na Presidência.
Em depoimento, Ronan disse desconhecer a origem dos R$ 6 milhões que obteve junto à empresa Remar. O empresário alegou que o valor foi utilizado para financiar a compra de uma nova frota para a empresa de transporte da qual também é dono.





