Aumento de audiência confirma Jornal da USP como referência de jornalismo científico

Redação Portal IMPRENSA | 12/07/2022 11:06
Lembrando que a pandemia alavancou fortemente o interesse por suas reportagens e artigos, o Jornal da USP anunciou que, em conjunto com seus subprodutos nas mídias sociais, registrou audiência recorde entre junho de 2021 e maio de 2022, com 159,9 milhões de acessos, consolidando-se como o meio de comunicação universitário que mais divulga ciência no país. 

Em matéria sobre o tema publicada nesta segunda-feira (11), o veículo também afirma que tornou-se fonte corriqueira para pautas de ciência na grande mídia, sendo comum constatar que reportagens e artigos produzidos e publicados internamente "inspiraram matérias sobre diversos temas em jornais, rádios e televisões".
Crédito: Reprodução Jornal da USP

Os textos mais acessados do veículo são da editoria de Ciências. Eles respondem por 25% do total de acessos (quase 40 milhões) no período. As outras editorias do jornal incluem Universidade, Cultura, Tecnologia e Educação.

Pandemia

Antes da pandemia, o Jornal da USP recebia, em média, 1,5 milhão de visitantes únicos por mês. Em março de 2020, primeiro mês da crise sanitária do coronavírus, a visitação deu um salto para 3,5 milhões de visitantes únicos/mês.

Atualmente o número mensal de visitantes únicos diretos do jornal está estabilizado em 2,1 milhões. O Canal USP no YouTube, que concentra entrevistas, seminários e reportagens sobre temas pesquisados pela universidade, também deu um salto nos últimos anos, passando de 100 mil assinantes para mais de 300 mil.

Por outro lado, a matéria sobre o aumento da audiência também mostra que nem tudo são flores. Citando recente série sobre jornalismo científico divulgada pelo Jornal da USP e pelo Jornalistas&Cia, o texto lembra os obstáculos que os jornalistas da área enfrentam para que suas matérias sobre ciências sejam publicadas pela grande imprensa. "Fora das temporadas de crises, como a do coronavírus ou outras semelhantes, a cobertura é pequena, descontínua e insuficiente."