Pangeia lança plataforma de ESG-Tech em parceria com gigantes da comunicação

Redação Portal IMPRENSA | 22/04/2022 09:59
Engajar e sensibilizar para a transformação ESG (ambiental, social e governança corporativa, na sigla em inglês) - esse será o papel da Revolução ESG, plataforma ESG-Tech de Alto Impacto recém lançada pela Pangeia, que irá unir empresas dos mais diversos segmentos por meio de ações de co-branding e impacto socioambiental em escala. 

À primeira vista, o assunto parece distante das redações e dos jornalistas, mas segundo Carla Espindola, diretora de Comunicação da Pangeia, os profissionais podem contribuir - e muito - para o desenvolvimento da área no Brasil. 
Crédito:Divulgação
Carla Espíndola é Diretora de Comunicação da PANGEIA
Carla Espíndola é Diretora de Comunicação da PANGEIA
"Não existe falarmos em futuro sem falar em sustentabilidade. O ESG é uma incorporação de práticas de sustentabilidade ambiental, inclusão social e governança do universo corporativo. Um movimento que, felizmente, não tem mais volta", diz. 

"Jornalistas tem papel ativo como conector entre os diferentes públicos e são peça chave no processo de educação e sensibilização - quanto mais jornalistas engajados e informados, mais multiplicadores ESG e mais rápida a subida na curva de aprendizado em ESG que precisamos, como sociedade, fazer."

A plataforma vai reunir empresas, ONGS, associações e instituições que estão comprometidas com a sustentabilidade para liderar projetos de impacto social e ambiental no país. 

Elas estarão divididas em três grupos - Agentes Transformadores e Sustentadores, onde temos Via, Conexsus, Viasat, Moss e Meta; Agentes Sementes, com organizações especialistas no tema, como Sistema B, Instituto Akatu, Instituto Lixo Zero, KPMG, Ideia Circular, Imaflora / Origens Brasil, entre outros; e Agentes Propagadores, as pessoas verdadeiramente engajadas com causas ambientais e sociais. Atualmente, mais de 50 líderes já estão atuando no projeto. 

"A Meta é um Agente Transformador, ao lado de grandes corporações como  Via, Conexsus, Viasat, Moss e TVLar. O papel deles é atuar de forma estratégica junto à PANGEIA e demais agentes, cocriando e participando de ações, programas e projetos concretos de alto impacto social e ambiental", explica Carla. 

Para ela, a plataforma facilita e contribui para a cobertura da pauta. 

"A plataforma, além de reunir empresas, ONGS, associações, instituições e pessoas físicas comprometidas com a sustentabilidade no País, para cocriar ações de impacto social e ambiental, ainda endereça 2 grandes desafios identificados em pesquisas com empresas e consumidores: integração das diferentes “tribos” e “bandeiras” da sustentabilidade e conscientização sobre ESG. Ou seja, um dos maiores benefícios para os jornalistas é encontrar muitos conteúdos sobre ESG em uma única plataforma, otimizando tempo de pesquisa, por exemplo", afirma. 

"Um dos principais gaps na área de comunicação em ESG é a desconexão na hora de localizar informações. Não existe, por exemplo, uma grande ou única fonte de pesquisa e informação, e para gerar um conteúdo robusto são necessárias horas de curadoria e busca de fontes confiáveis e checagem. Ao trabalhar em rede, encurtamos distâncias e intensificamos o impacto ESG. A transformação ESG precisa ser de verdade. O jornalismos tem papel fundamental nesse movimento, sendo ativos e criteriosos. Acompanhando e averiguando. Dando luz a bons exemplos para que possam ser replicados e sendo 'fiscais' dos que são adeptos apenas ao discurso", completa. 

Em fevereiro, a Revolução apresentou sua primeira ação concreta, a loga sustentável da Via com produtos produzidos por indígenas com práticas sustetáveis. Além de transformar todas as transações em carbono zero, com compensação automática assegurada pela Moss, a iniciativa converteu parte das vendas em ações práticas de ESG, como parte da iniciativa 1% pelo Planeta. 

Ainda no primeiro semestre de 2022, a Pangeia deve organizar um summit com os agentes transformadores do projeto. 

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