Argentina é um país seguro para jornalistas, afirma representante do governo Kirchner

Redação Portal IMPRENSA | 26/01/2015 16:00
O chefe de gabinete argentino, Jorge Capitanich, afirmou que no país "há plena segurança para todos os jornalistas". Ele rejeitou as críticas recebidas por divulgar os dados de viagem do repórter Damián Patcher, que saiu do país por se sentir ameaçado depois de adiantar a notícia da morte do promotor Alberto Nisman.

Crédito:Reprodução/Twitter
Chefe de gabinete reitera segurança para jornalistas na Argentina

"Disseram que um jornalista se sentia ameaçado, não se sabia seu paradeiro, não havia notificação da empresa à qual pertence. Então é muito importante divulgar a informação para que exista conhecimento público sobre sua localização", afirmou ele para justificar a divulgação dos dados.

De acordo com AFP, Capitanich disse ainda que pediu a Pachter, repórter do jornal argentino em língua inglesa Buenos Aires Herald, uma foto do suposto espião que o perseguiu para que as medidas sejam tomadas e se verifique se é ou não um agente de inteligência.

Patcher deixou o país no último sábado (24/01) e um dia depois usou o Twitter para informar que estava "a salvo em Tel Aviv".

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