WikiLeaks lança site para denunciar gasto de vigilância com Julian Assange
Jornalista australiano está refugiado na embaixada do Equador em Londres desde 2002
Atualizado em 06/02/2015 às 12:02, por
Redação Portal IMPRENSA.
O WikiLeaks lançou, nesta sexta-feira (6/2), um para denunciar o enorme custo que representa para o Reino Unido manter a vigilância policial de Julian Assange, refugiado na embaixada do Equador em Londres para evitar extradição à Suécia. Segundo o portal, o gasto total ultrapassou a barreira das 10 milhões de libras, mais de 13 milhões de euros.
Crédito:Reprodução Página mostra que gastos para vigiar Assange ultrapassaram 13 milhões de euros
Segundo a AFP, o valor representa mais de oito milhões de refeições gratuitas, 39.000 noites de hospitalização ou o salário anual de 459 professores. No site, dois contadores mostram os segundos e o dinheiro público gasto, enquanto um link leva a uma declaração do prefeito de Londres, Boris Johnson, que em 2013 classificou a situação de "absolutamente ridícula".
Caso o jornalista australiano deixe a embaixada, será imediatamente detido e extraditado para a Suécia, onde é procurado por acusações de estupro e agressão sexual. Assange nega as acusações, mas não se apresenta à justiça sueca por medo de ser extraditado aos Estados Unidos por seu papel no WikiLeaks. Em 2010, o site vazou quase 500.000 arquivos de militares e 250.000 documentos diplomáticos.
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Caso o jornalista australiano deixe a embaixada, será imediatamente detido e extraditado para a Suécia, onde é procurado por acusações de estupro e agressão sexual. Assange nega as acusações, mas não se apresenta à justiça sueca por medo de ser extraditado aos Estados Unidos por seu papel no WikiLeaks. Em 2010, o site vazou quase 500.000 arquivos de militares e 250.000 documentos diplomáticos.
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