Viva à Leitura / Por Júlia Freire Teodoro - UNITAU
Viva à Leitura / Por Júlia Freire Teodoro - UNITAU
Atualizado em 31/05/2005 às 12:05, por
Por Júlia Freire Teodoro e estudante de jornalismo da Universidade de Taubaté (SP).
Por Vivaleitura. Pouca gente ou quase ninguém sabe que este é o nome escolhido pelo Brasil para representar os acontecimentos do ano Ibero-americano da Leitura. São 21 países, europeus e americanos, que participam desta cruzada rumo ao conhecimento. O projeto foi aprovado pela Cúpula dos Chefes de Estado dos países participantes, em 2003. O Vivaleitura é, portanto, o marco de uma grande mobilização para que o Brasil implante uma política nacional do livro, leitura e bibliotecas.
O principal objetivo do programa é impor, de forma contínua e articulada, o acesso à leitura e, salientar a importância social do livro. Para que isso possa acontecer, governos (federais, estaduais e municipais), empresas de comunicação, escolas, bibliotecas, ONGs e outros, têm o desafio de tornar a leitura um recurso para a cidadania e o desenvolvimento. A pesquisa Retratos da Leitura no Brasil apontou, em 2004, que 61% de adultos alfabetizados têm pouco, ou nenhum contato com qualquer tipo de literatura. O principal desafio do programa é atingir todas as camadas da população.
Segundo o ministro da cultura, Giberto Gil, o Vivaleitura é o "ponto de partida para a construção do Plano Nacional do Livro e Leitura, que será instituído em 2005 dentro das comemorações do Ano Ibero-americano da Leitura". Durante os 12 meses do ano, estão previstas diversas programações com inúmeros projetos e campanhas, desenvolvidos por meio de parcerias público-privadas. As ações são agrupadas em quatro eixos de interesse. O primeiro plano de ação visa à democratização ao acesso da leitura, com a abertura de bibliotecas e distribuição de livros. Haverá também, investimentos em formação de agentes multiplicadores da leitura e nas ações de fomento, a valorização do livro no imaginário coletivo e a leitura como Política Pública e o apoio à indústria do livro, às livrarias e à criação.
Para participarmos dessa grande mobilização, que promete render ótimos frutos, como a regulamentação da Lei do Livro, o importante é incentivar os projetos e apresentar novas propostas frente aos comitês. Levar a cultura, por meio dos livros, deve ser um dos principais objetivos dos novos comunicadores. Cresceremos a partir do momento em que a sociedade apresentar uma leitura crítica, seja das matérias impressas, das revistas de fofocas, dos livros ou da televisão. O governo brasileiro e os demais países estão no caminho certo. Como já dizia Monteiro Lobato, "Um país se faz com homens e livros".
Mais informações acesse o site www.vivaleitura.com.br
O principal objetivo do programa é impor, de forma contínua e articulada, o acesso à leitura e, salientar a importância social do livro. Para que isso possa acontecer, governos (federais, estaduais e municipais), empresas de comunicação, escolas, bibliotecas, ONGs e outros, têm o desafio de tornar a leitura um recurso para a cidadania e o desenvolvimento. A pesquisa Retratos da Leitura no Brasil apontou, em 2004, que 61% de adultos alfabetizados têm pouco, ou nenhum contato com qualquer tipo de literatura. O principal desafio do programa é atingir todas as camadas da população.
Segundo o ministro da cultura, Giberto Gil, o Vivaleitura é o "ponto de partida para a construção do Plano Nacional do Livro e Leitura, que será instituído em 2005 dentro das comemorações do Ano Ibero-americano da Leitura". Durante os 12 meses do ano, estão previstas diversas programações com inúmeros projetos e campanhas, desenvolvidos por meio de parcerias público-privadas. As ações são agrupadas em quatro eixos de interesse. O primeiro plano de ação visa à democratização ao acesso da leitura, com a abertura de bibliotecas e distribuição de livros. Haverá também, investimentos em formação de agentes multiplicadores da leitura e nas ações de fomento, a valorização do livro no imaginário coletivo e a leitura como Política Pública e o apoio à indústria do livro, às livrarias e à criação.
Para participarmos dessa grande mobilização, que promete render ótimos frutos, como a regulamentação da Lei do Livro, o importante é incentivar os projetos e apresentar novas propostas frente aos comitês. Levar a cultura, por meio dos livros, deve ser um dos principais objetivos dos novos comunicadores. Cresceremos a partir do momento em que a sociedade apresentar uma leitura crítica, seja das matérias impressas, das revistas de fofocas, dos livros ou da televisão. O governo brasileiro e os demais países estão no caminho certo. Como já dizia Monteiro Lobato, "Um país se faz com homens e livros".
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