Visto de repórter brasileira é suspenso após prisão durante protesto no Equador
Nesta sexta-feira (14/8), a jornalista brasileira Manuela Picq teve seu visto suspenso pelo governo do Equador depois de ser ferid
Atualizado em 14/08/2015 às 14:08, por
Redação Portal IMPRENSA.
Nesta sexta-feira (14/8), a jornalista brasileira Manuela Picq teve seu visto suspenso pelo governo do depois de ser ferida e detida durante protesto em Quito. A repórter, que também tem nacionalidade francesa, foi presa na última quinta (13/8) enquanto acompanhava manifestação contra o governo do presidente Rafael Correa.
Crédito:Reprodução/Twitter Jornalista ficou machucada após agressão policial no Equador
O marido de Manuela, Carlos Pérez Guartambel, também foi detido durante a manifestação da Confederação de Nacionalidades Indígenas. Família e amigos afirmam que ela também foi agredida pelos policiais.
Segundo O Globo , a prisão aconteceu quando agentes policiais continham os manifestantes que tentavam romper o cerco e invadir o Palácio do Governo. Em vídeo do jornal El Comercio é possível notar o momento em que ocorreu a abordagem policial contra Manuela e outros profissionais.
Logo após a detenção, a correspondente da rede Al Jazeera foi levada para o Hospital Eugenio Espejo com marcas de golpes na cabeça. Nesta sexta-feira (14/8), ela foi transferida para uma clínica particular com escolta policial.
Cerca de 50 agentes acompanharam a jornalista até a área externa da emergência, enquanto amigos dela pediam para que não a levassem. Os conhecidos de Manuela afirmavam que não havia mandado de prisão e que se tratava de “sequestro”.
Ao deixar a unidade de saúde, as autoridades anunciaram em comunicado que a jornalista poderia ser deportada. Amigos afirmaram ainda que seu passaporte foi solicitado posteriormente por um grupo de policiais que a esperava para levá-la ao aeroporto.
Após encontro, Picq revelou que ela e o marido foram levados ao Ministério do Interior e separados no local. Ela carregava uma mochila com uma câmera e um computador, que despareceram. Manuela disse que foi interrogada e que seu visto foi suspenso.
Crédito:Reprodução/Twitter Jornalista ficou machucada após agressão policial no Equador
O marido de Manuela, Carlos Pérez Guartambel, também foi detido durante a manifestação da Confederação de Nacionalidades Indígenas. Família e amigos afirmam que ela também foi agredida pelos policiais.
Segundo O Globo , a prisão aconteceu quando agentes policiais continham os manifestantes que tentavam romper o cerco e invadir o Palácio do Governo. Em vídeo do jornal El Comercio é possível notar o momento em que ocorreu a abordagem policial contra Manuela e outros profissionais.
Logo após a detenção, a correspondente da rede Al Jazeera foi levada para o Hospital Eugenio Espejo com marcas de golpes na cabeça. Nesta sexta-feira (14/8), ela foi transferida para uma clínica particular com escolta policial.
Cerca de 50 agentes acompanharam a jornalista até a área externa da emergência, enquanto amigos dela pediam para que não a levassem. Os conhecidos de Manuela afirmavam que não havia mandado de prisão e que se tratava de “sequestro”.
Ao deixar a unidade de saúde, as autoridades anunciaram em comunicado que a jornalista poderia ser deportada. Amigos afirmaram ainda que seu passaporte foi solicitado posteriormente por um grupo de policiais que a esperava para levá-la ao aeroporto.
Após encontro, Picq revelou que ela e o marido foram levados ao Ministério do Interior e separados no local. Ela carregava uma mochila com uma câmera e um computador, que despareceram. Manuela disse que foi interrogada e que seu visto foi suspenso.
Os advogados da correspondente pediram que os exames médicos sejam feitos rapidamente. Manuela mora no Equador há oito anos e trabalha como correspondente da Al Jazeera e da revista digital Upsidedownworld. Ela já cobriu outros protestos e também foi agredida por policiais.





