UOL adere ao paywall; modelo está em fase de testes
Há pouco mais de uma semana, o UOL, primeiro veículo nativo digital do país, passou a restringir o acesso ao seu conteúdo e têm convidado osleitores a pagarem um valor mensal para consumirem as notícias da plataforma.
Atualizado em 05/12/2017 às 10:12, por
Redação Portal IMPRENSA.
O modelo de paywall já é utilizado em diferentes veículos em todo o mundo e sempre há uma gratuidade mínima de notícias por mês. Crédito:Divulgação Em entrevista ao portal Meio & Mensagem, a diretoria do portal afirmou que essa etapa inicial de cobrança pelo conteúdo ainda é uma fase de testes. “Estamos avaliando aos poucos, testando diferentes cenários e percebendo como as pessoas vêm reagindo ao modelo”, conta Rodrigo Flores, diretor de conteúdo do UOL.
O teste do paywall está sendo realizado em todo o país e, segundo o diretor, não acontece de forma estática. As páginas e editorias de conteúdo fechado variam diariamente e de acordo com o perfil do usuário.
Ainda segundo informações da reportagem, o UOL não definiu até quando deve manter o período de testes e passa efetivamente, a cobrar pelo acesso ao conteúdo do portal.
“Estamos caminhando para um período em que há serviços gratuitos e pagos para todos. Quem deseja ouvir streamings de música da forma que desejar, paga uma assinatura. Mas, que não quer pagar, tem a opção de acessar de graça, ouvindo publicidade. Em relação à internet, acredito que teremos tanto uma base de audiência que continuará consumindo gratuitamente quanto outra que enxerga valor em arcar com um custo que lhe permitirá acesso ilimitado. E, como veículo, o que devemos fazer, sempre, é trabalhar para que o público enxergue esse nosso valor”, afirma.
Saiba mais:
O teste do paywall está sendo realizado em todo o país e, segundo o diretor, não acontece de forma estática. As páginas e editorias de conteúdo fechado variam diariamente e de acordo com o perfil do usuário.
Ainda segundo informações da reportagem, o UOL não definiu até quando deve manter o período de testes e passa efetivamente, a cobrar pelo acesso ao conteúdo do portal.
“Estamos caminhando para um período em que há serviços gratuitos e pagos para todos. Quem deseja ouvir streamings de música da forma que desejar, paga uma assinatura. Mas, que não quer pagar, tem a opção de acessar de graça, ouvindo publicidade. Em relação à internet, acredito que teremos tanto uma base de audiência que continuará consumindo gratuitamente quanto outra que enxerga valor em arcar com um custo que lhe permitirá acesso ilimitado. E, como veículo, o que devemos fazer, sempre, é trabalhar para que o público enxergue esse nosso valor”, afirma.
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