Universal Studios processa "Pânico" por quadro com sátira dos Minions
Após uma denúncia por racismo, envolvendo o personagem "Africano", o programa "Pânico" (Band) deve perder mais um de seu
Atualizado em 19/08/2015 às 10:08, por
Redação Portal IMPRENSA.
Após uma denúncia por racismo envolvendo o personagem "Africano", o programa , da Band, deve perder mais um de seus quadros. A atração terá de retirar do ar o "Minions em Fúria", no qual pessoas fantasiadas de Minions saem pelas ruas, derrubando e atacando pedestres.
Crédito:Reprodução Estúdio alega que programa não podia usar imagens dos personagens
De acordo com a coluna de Keila Jimenez, no portal R7, a Universal Studios, que possui direitos de imagem dos Minions, entrou com um processo para pedir que o programa retire o quadro do ar, alegando que a atração coloca personagens infantis em "cenas de agressividade e vandalismo".
O pedido foi acatado pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ), mas a Band ainda não sabe se vai recorrer da decisão ou extinguir a sátira dos personagens. O canal e o "Pânico" também respondem pela denúncia da Comissão Nacional da Verdade da Escravidão Negra no Brasil, ligada ao Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que solicitou ao governo federal que tome providências contra o quadro com o personagem "Africano", considerado racista. A Band já retirou o personagem do ar, mas pode sofrer punições pela edição já transmitida.
Assista ao vídeo:
Crédito:Reprodução Estúdio alega que programa não podia usar imagens dos personagens
De acordo com a coluna de Keila Jimenez, no portal R7, a Universal Studios, que possui direitos de imagem dos Minions, entrou com um processo para pedir que o programa retire o quadro do ar, alegando que a atração coloca personagens infantis em "cenas de agressividade e vandalismo".
O pedido foi acatado pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ), mas a Band ainda não sabe se vai recorrer da decisão ou extinguir a sátira dos personagens. O canal e o "Pânico" também respondem pela denúncia da Comissão Nacional da Verdade da Escravidão Negra no Brasil, ligada ao Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que solicitou ao governo federal que tome providências contra o quadro com o personagem "Africano", considerado racista. A Band já retirou o personagem do ar, mas pode sofrer punições pela edição já transmitida.
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