Um jornalista foi morto e outro sequestrado em meio a protestos no Iraque
Os jornalistas passaram a ser alvo de ataques durante os protestos que ocorrem no Iraque desde a primeira semana de outubro, exigindo eleições livres, fim da corrupção generalizada, emprego e crescimento econômico.
Atualizado em 10/12/2019 às 14:12, por
Redação Portal IMPRENSA.
Segundo a ONU, mais de 400 pessoas foram mortas e 19 mil feridas nas manifestações.
Crédito:AP/Hadi Mizban
Segundo CPJ (Comitê de Proteção aos Jornalistas), no dia 6 de dezembro, um indivíduo não identificado atirou nas costas do fotógrafo Ahmed Muhana al-Lami, enquanto ele estava cobrindo protestos na Praça Al-Khilani, em Bagdá.
Ele foi socorrido e transferido para o Hospital Sheikh Zayed, em Bagdá, onde morreu. Al-Lami trabalhava como fotógrafo e operador de câmera para a Diretoria de Mídia das Unidades de Mobilização Popular.
Também no dia 6 de dezembro, indivíduos não identificados sequestraram al-Khafaji, um fotógrafo freelancer, que voltava para casa depois de cobrir protestos na Praça Tahrir, em Bagdá.
As imagens de CCTV postadas no site de notícias Irfaa Sawtak mostram al-Khafaji chegando em casa de táxi, e dois homens saindo de um carro próximo e arrastando ele para o carro.
O CPJ pede que as autoridades iraquianas conduzam uma investigação completa e transparente sobre o sequestro de Al-Khafaji, a fim de garantir sua libertação e responsabilizar os autores.
“Cobrir os protestos em andamento no Iraque está se tornando um assunto altamente arriscado que custa muito a jornalistas locais. As autoridades iraquianas devem intensificar seus esforços para proteger jornalistas”, disse o representante do CPJ no Oriente Médio e Norte da África, Ignacio Miguel Delgado.
Pelo menos dois outros jornalistas, Mohammad Qahtan al-Shamari e Shojaa Fares al-Khafaji, foram sequestrados desde o início dos protestos em Bagdá. Ambos já foram liberados.
Crédito:AP/Hadi Mizban
Segundo CPJ (Comitê de Proteção aos Jornalistas), no dia 6 de dezembro, um indivíduo não identificado atirou nas costas do fotógrafo Ahmed Muhana al-Lami, enquanto ele estava cobrindo protestos na Praça Al-Khilani, em Bagdá.
Ele foi socorrido e transferido para o Hospital Sheikh Zayed, em Bagdá, onde morreu. Al-Lami trabalhava como fotógrafo e operador de câmera para a Diretoria de Mídia das Unidades de Mobilização Popular.
Também no dia 6 de dezembro, indivíduos não identificados sequestraram al-Khafaji, um fotógrafo freelancer, que voltava para casa depois de cobrir protestos na Praça Tahrir, em Bagdá.
As imagens de CCTV postadas no site de notícias Irfaa Sawtak mostram al-Khafaji chegando em casa de táxi, e dois homens saindo de um carro próximo e arrastando ele para o carro.
O CPJ pede que as autoridades iraquianas conduzam uma investigação completa e transparente sobre o sequestro de Al-Khafaji, a fim de garantir sua libertação e responsabilizar os autores.
“Cobrir os protestos em andamento no Iraque está se tornando um assunto altamente arriscado que custa muito a jornalistas locais. As autoridades iraquianas devem intensificar seus esforços para proteger jornalistas”, disse o representante do CPJ no Oriente Médio e Norte da África, Ignacio Miguel Delgado.
Pelo menos dois outros jornalistas, Mohammad Qahtan al-Shamari e Shojaa Fares al-Khafaji, foram sequestrados desde o início dos protestos em Bagdá. Ambos já foram liberados.





