TV estatal de Burkina Faso fica fora do ar após invasão de manifestantes ao prédio
Na ocasião, os manifestantes protestaram conta o projeto de reeleição a candidaturas no país. O Parlamento do país chegou a ser ateado fogo.
Atualizado em 31/10/2014 às 13:10, por
Redação Portal IMPRENSA.
Uma emissora pública de televisão foi alvo de invasão de manifestantes em Burkina Faso. Os participantes de um ato de protesto derrubaram o sinal do canal, que transmitia as informações do governo de transição, que hoje vigora no país. Sem saber quem está no comando na ação, alguns cidadãos atearam fogo no Parlamento antes que fosse votado um projeto que validaria a reeleição.
Crédito:Reprodução Manifestantes invadiram a sede da emissora e interromperam a transmissão
Segundo Brasil Post, o chefe do Exército chegou a anunciar o movimento de mudança de governo, mas as Forças Armadas assumiram o poder e devem fazer um "governo de transição" por 12 meses.
Quando a invasão ao canal aconteceu, alguns soldados que faziam a guarda do local atiraram para o alto para tentar afastar os que ali estavam vindo em sua direção, mas o grupo tinha tantas pessoas que eles tiveram que correr e sair da sede do canal.
Uma proposta encaminhada ao Congresso tentava garantir ao presidente Blaise Compaore o direito a concorrer à reeleição no ano que vem. A candidatura, no entanto, não é permitida nos termos atuais da Constituição. Os manifestantes tentam impedir a votação, uma vez que Compaore está há 27 anos no comando do país.
Crédito:Reprodução Manifestantes invadiram a sede da emissora e interromperam a transmissão
Segundo Brasil Post, o chefe do Exército chegou a anunciar o movimento de mudança de governo, mas as Forças Armadas assumiram o poder e devem fazer um "governo de transição" por 12 meses.
Quando a invasão ao canal aconteceu, alguns soldados que faziam a guarda do local atiraram para o alto para tentar afastar os que ali estavam vindo em sua direção, mas o grupo tinha tantas pessoas que eles tiveram que correr e sair da sede do canal.
Uma proposta encaminhada ao Congresso tentava garantir ao presidente Blaise Compaore o direito a concorrer à reeleição no ano que vem. A candidatura, no entanto, não é permitida nos termos atuais da Constituição. Os manifestantes tentam impedir a votação, uma vez que Compaore está há 27 anos no comando do país.





