TST presta homenagem ao Instituto Ethos
TST presta homenagem ao Instituto Ethos
Atualizado em 03/08/2005 às 11:08, por
Fonte: Tribunal Superior do Trabalho.
Articulador da adesão de grandes empresas ao combate ao trabalho escravo, o Instituto Ethos será homenageado no próximo dia 11, no Tribunal Superior do Trabalho, com a Ordem do Mérito Judiciário do Trabalho. Realizada desde 1970 na data em que é comemorada a criação dos cursos jurídicos no País e o dia do advogado, a solenidade de entrega da Ordem do Mérito destina-se a homenagear personalidades e instituições que, de alguma maneira, contribuíram com a valorização da cidadania no País. Este ano, o Instituto Ethos, juntamente com o jornal O Globo, serão as instituições homenageadas.
Ao Instituto Ethos estão associadas 1.047 empresas de diferentes setores, que empregam um milhão de pessoas. Essas empresas assumiram o compromisso de estabelecer padrões éticos de relacionamento com empregados, clientes, fornecedores, comunidade, acionistas, poder público e de preservação do meio ambiente.
Em maio deste ano, por meio da articulação feita pelo Instituto Ethos, bancos, distribuidoras de combustíveis, redes de supermercados, setores de papel e celulose, têxtil, entre outros segmentos da economia brasileira, assumiram o compromisso de combater o trabalho escravo no País, com a definição de metas para a regularização das relações de trabalho nas cadeias produtivas às quais estão vinculadas. Esses segmentos também anunciaram restrições comerciais a empresas e pessoas identificadas nessa cadeia que se utilizem de condições degradantes de trabalho associadas a práticas que caracterizem a escravidão.
O pacto, articulado pelo Instituto Ethos, presidido por Oded Grajew, foi firmado com o apoio da Organização Internacional do Trabalho e a entidade Repórter Brasil. Os primeiros signatários do documento foram as redes de supermercado Carrefour, Pão de Açúcar, Wal Mart, a Petrobrás, a Shell Brasil, a Texaco, os bancos ABN Amro Real, a Caixa Econômica Federal, o Banco do Brasil, a Siderúrgica Belgo-Mineira, a Valisere, a Coteminas, entre outras empresas, e várias federações de indústrias dos estados.
Anteriormente, o Instituto havia se empenhado na realização de um outro pacto, o do setor siderúrgico, também com a mesma finalidade. Como resultado, em agosto de 2004, foi firmado um compromisso pelas maiores empresas do setor siderúrgico do País para a erradicação do trabalho escravo na produção de carvão vegetal. Com o apoio da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), 15 empresas do setor assinaram uma carta na qual anunciaram a decisão de definir "restrições comerciais àquelas empresas identificadas na cadeia produtiva como utilizadoras de mão-de-obra escrava".
Ao Instituto Ethos estão associadas 1.047 empresas de diferentes setores, que empregam um milhão de pessoas. Essas empresas assumiram o compromisso de estabelecer padrões éticos de relacionamento com empregados, clientes, fornecedores, comunidade, acionistas, poder público e de preservação do meio ambiente.
Em maio deste ano, por meio da articulação feita pelo Instituto Ethos, bancos, distribuidoras de combustíveis, redes de supermercados, setores de papel e celulose, têxtil, entre outros segmentos da economia brasileira, assumiram o compromisso de combater o trabalho escravo no País, com a definição de metas para a regularização das relações de trabalho nas cadeias produtivas às quais estão vinculadas. Esses segmentos também anunciaram restrições comerciais a empresas e pessoas identificadas nessa cadeia que se utilizem de condições degradantes de trabalho associadas a práticas que caracterizem a escravidão.
O pacto, articulado pelo Instituto Ethos, presidido por Oded Grajew, foi firmado com o apoio da Organização Internacional do Trabalho e a entidade Repórter Brasil. Os primeiros signatários do documento foram as redes de supermercado Carrefour, Pão de Açúcar, Wal Mart, a Petrobrás, a Shell Brasil, a Texaco, os bancos ABN Amro Real, a Caixa Econômica Federal, o Banco do Brasil, a Siderúrgica Belgo-Mineira, a Valisere, a Coteminas, entre outras empresas, e várias federações de indústrias dos estados.
Anteriormente, o Instituto havia se empenhado na realização de um outro pacto, o do setor siderúrgico, também com a mesma finalidade. Como resultado, em agosto de 2004, foi firmado um compromisso pelas maiores empresas do setor siderúrgico do País para a erradicação do trabalho escravo na produção de carvão vegetal. Com o apoio da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), 15 empresas do setor assinaram uma carta na qual anunciaram a decisão de definir "restrições comerciais àquelas empresas identificadas na cadeia produtiva como utilizadoras de mão-de-obra escrava".






